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Vulcano globo.png

Período Orbital 248,88474 dias
Velocidade orbital média 36,22 km/s
Inclinação 6,87° em relação ao sol
Número de satélites 3 (Jápeto, Calíope e Crio)

Diâmetro equatorial

8 823 km
Área da superfície 15,03 × 107 km²
Gravidade equatorial 8,3246 m/s²
Dia sideral

31 h 46 min

1,3272 dias terrestres

Pressão atmosférica 984,343 kPa
Composição da atmosfera

Nitrogênio: 73,32%

Oxigênio: 24,44%


Argônio: ~1%


Vapor de água: 0,88%

Dióxido de Carbono: ~0,4%

População: ~2,8 bilhões de habitantes (entre humanos, hylians, gorons, zoras, dekus, mattis e enayes)

Vulcano é o segundo planeta mais próximo do sol, sendo o sétimo maior dos nove planetas do sistema solar, e o quarto maior dos planetas telúricos. Formou-se há cerca de 5 bilhões de anos atrás, onde surgiria vida quase dois bilhões de anos depois. A atmosfera do planeta foi então sendo modificada, o que permitiu a proliferação da vida no planeta, onde surgiram variadas espécies.

Assim como na terra, o oceano ocupa quase três quartos da área do planeta. Os pólos do globo estão cobertos de gelo, sendo essas regiões já atingiram naturalmente temperaturas próximas do zero absoluto. O interior do planeta é formado por um núcleo interno sólido revestido por um manto magmático.

Os três satélites naturais de Vulcano - Jápeto, Calíope e Crio - orbitam o planeta e são responsáveis pela regulação das marés, da manutenção das estações do ano e da abrandação da inclinação e da rotação de Vulcano.

Os seres animais racionais que se formaram no planeta criaram uma miríade de culturas e nações que se uniram em 22 estados soberanos. Há sete espécies animais racionais conhecidas em Vulcano: humanos idênticos aos terrestres, hylians (que são muito semelhantes aos humanos), gorons, zoras, dekus, mattis e enayes. As duas primeiras espécies são majoritárias e constituem quase 80% da população vulcaniana. Gorons, Zoras e Dekus vivem quase exclusivamente no continente de Hryle, enquanto que mattis e enayes procuram se isolar do contato com outras espécies.

HistóriaEditar

Há cinco bilhões de anos, surgia a Terra. Quase que simultaneamente, a 70 milhões de quilômetros daqui, nascia também outro planeta, que acabaria por se tornar o mais semelhante ao nosso entre todos da galáxia.

O planeta Vulcano teve origens muito semelhantes com as da Terra. No começo, uma bola incandescente inabitável com temperaturas altíssimas. O oceano era uma piscina escaldante. O núcleo magmático do planeta estava se formando em seu interior, e explosões de lava eram constantes. Centenas, milhares de anos durou esse inferno, até que veio a chuva. O oceano do planeta foi vaporizado quase totalmente, o que fez chover um verdadeiro dilúvio com força suficiente para resfriar o planeta. As atividades sísmicas e vulcânicas se estabilizaram, assim como a atmosfera.

Nesse ponto, muitas semelhanças com o princípio da vida terrestre: começou com microorganismos aquáticos que foram evoluindo. A diferença é que em Vulcano as formas de vida primitivas
Vulcano supercontinente.png

O planeta como era no início

demoraram muito a começar a evoluir. Quando esses seres se transformaram o bastante para sair da água, já havia árvores, pedras e pequenos seres unicelulares que viviam em terra firme. Os microorganismos passaram a unir seus corpos às pedras e às árvores, gerando assim as duas espécies de seres multicelulares mais antigas de Vulcano: os deku e os goron. Nunca houve anfíbios no planeta: vários seres continuaram a viver dentro da água, evoluindo em formas que se assemelham aos peixes da Terra, os primitivos zora. Nessa época começaram a surgir também modalidades de répteis gigantes, não muito variados, que pareciam camaleões do tamanho de um ônibus e algumas espécies de seres alados. Diferente dos dinossauros, quase nenhuma dessas espécies pré-históricas foi extinta. Por fim, há apenas 80 mil anos, surgem os mamíferos, entre eles os equivalentes aos seres humanos.

Desde o Grande Resfriamento, havia um único continente em formato triangular em Vulcano. Movimentos sísmicos e vulcanismos fizeram-no se separar em quatro continentes menores. A vida humana surgiu no continente Hylian. Os primeiros humanos lebravam ursos terrestres, porém com menor estatura, menos peludos e com orelhas pontudas. Viviam em bandos caçadores de lagartos gigantes, que tinham grandes rivalidades entre si, tamanha rivalidade que os bandos quase se extinguiram uns aos outros, até que migraram, segundo a lenda, cada um para uma direção do planeta. Depois desse episódio, chamado de A Diáspora, cada um desses bandos originou uma das Quatro Civilizações Anciãs do Planeta Vulcano.

As quatro civilizações AnciãsEditar

Civilização setentrional (Hyrule)Editar

Os humanos que permaneceram no continente Hylian conseguiram em pouco tempo
Vulcano continentes.png

Os quatro continentes

um grande avanço tecnológico. 10 mil anos após a Diáspora, havia vilas espalhadas por todo o continente com desenvolvimento e modo de vida semelhante à dos antigos vilarejos fenícios na Terra. Os hylian sabiam conviver com as outras raças (goron, zora e deku), o que trouxe prosperidade por certo período. Não havia dependência entre as vilas, mas também não havia desunião. A maior de todas as vilas sempre foi a Vila Hyrule, onde viviam muitos zora, seres que desde o início de sua existência adotaram o regime monarquista. Não demorou muito para que os hylians da Vila Hyrule seguissem a também a monarquia. Reis pacíficos vieram e passaram, até que o poder caiu nas mãos do maléfico Agahnin, que tentou escravizar todas as outras vilas e raças. Segundo a lenda, foi impedido por um herói convocado pelas divindades. O que se sabe ao certo é que Agahnin foi destronado, e a paz voltou à Vila Hyrule, que acabou por anexar – pacificamente ou não – através dos séculos todas as vilas do continente, formando um único país. O desenvolvimento tecnológico, científico, astronômico, medicinal, cultural e intelectual desse país conheceu medidas impressionantes entre os séculos XXXX e XXX a.C. da era cristã terrestre.

Civilização meridionalEditar

Os humanos que foram para o sul sofreram com inundações que dizimaram quase todas as presas dos humanos, e fizeram-nos mudar seu regime carnívoro para herbívoro. O lugar onde viviam era conhecido como a Ilha Magna, e os seus habitantes tinham forte adoração e temor pelo oceano, não demorou muito para que descobrissem a pesca. Tinham relações familiares muito fortes, todos eram considerados irmãos, o que fez com que quase toda a população se concentrasse em uma só vila, no litoral oeste da Ilha Magna. Com o aumento da população, foi necessário que uma parte dos habitantes migrasse para outro lugar da ilha e fundasse mais uma vila. Isso se repetiu durante a história, até que as vilas deixaram de ser dependentes e as relações familiares ficassem mais restritas. As vilas evoluíram e se tornaram nações totalmente independentes. Com o tempo, a civilização foi se desenvolvendo, criando técnicas de medicina, sendo que viveram isolados do resto do mundo por muito tempo, sobrevivendo como pescadores, e mais tarde pelo comércio. Nunca houve governantes na civilização meridional, e não há registros de grandes guerras.

A civilização de GolwaEditar

Os humanos que partiram para a direção do nascer do Sol sobreviviam por atividades agrícolas em comunidades dispersas pelo continente de Golwa. Por muitos anos eles avançaram em técnicas de agricultura, o que gerou grande progresso para as comunidades que foram montadas ao longo do rio Afuuruz. Criaram as primeiras atividades comerciais do planeta, inventaram uma moeda própria o primeiro sistema de escrita de Vulcano e eram regidos por um imperador. O imperador representava a sabedoria, considerado exemplo moral e destinado a governar o povo inteiro daquele continente. Aos poucos, as comunidades foram quase todas sendo unidas em um só país, sob o governo do imperador Xamitas Nmaiam. Séculos depois da unificação total do continente, houve grande desentendimento dentro do governo, que terminou por fragmentar o continente em oito feudos independentes.

A civilização do Oeste (Ahiwappa)Editar

Os habitantes de Ahiwappa, o continente ocidental de Vulcano, se dividiram em várias tribos. Todas essas tribos tinham costumes muito ligados à dança, tinham idiomas, religiões e modos de vestir muito parecidos. Vivendo em dentro das florestas, criaram um folclore riquíssimo que foi documentado por meio de hieróglifos. As tribos conheceram prosperidade por muitos anos, até que uma praga de aguemucio (uma doença semelhante à hanseníase) dizimou metade do povo do continente. Os sobreviventes baixaram a cabeça e interpretaram a praga como um sinal para que se separassem. Boa parte seguiu para o sul, enquanto que os que rumaram para o norte encontraram com hylians vindos do continente de Hyrule. As duas nações viveram no nordeste de Ahiwappa, eventualmente se misturando e formando um novo povo. Atingiu grande sofisticação tecnológica e cultural. Praticavam um esporte semelhante ao tênis, eram monoteístas e foram os inventores da democracia em Vulcano. Os governantes eram eleitos pelo povo em votação oral, mas tinham cargos vitalícios. A nação que se dirigiu ao sul continuou a viver dentro da densa floresta, até que foram colonizados pelos Magnos no início do século X d.C. Os Magnos estabeleceram cidades na costa leste do continente, assalariando os nativos sulistas, que acabaram por adotar o idioma Magno, até que suas culturas se fundiram e deram origem à nação Verolíngia.

PaísesEditar

Vulcano está atualmente dividido em 22 países independentes. São eles:

País Capital Área População Idiomas Moeda
Aetofidis Kuta Lungsod 120.000 9.180.000 Golwato Kapantay
Arrakis Dune 2.400.000 364.000.000 Arrakistanês Credit
Asimia Pangunahing 73.000 5.584.500 Asimiano Ginto
Cassid Kristal 30.000 2.295.000 Hylian Cassidy
Concórdia Palatahol 330.000 25.245.000 Concordiano Wansea
Decameron Galeotto 200.000 15.300.000 Decamerano Lira
Ekkshavka Kahila Hilagaan 440.000 33.660.000 Ahiwappanês Kapantay
Erythródendro Erythród-lungsod 250.000 19.125.000 Magnato Irakan
Holm Juphikel 179.000 13.693.500 Holmher Gold
Hyrule Hyrule City 6.700.000 660.000.000 Hylian Rupee
Inoa Burolatasan 479.000 36.643.500 Inoano Kapantay
Kawakkan Ukkay Punong Malupiv 22.000 1.683.000 Golwato Kapantay
Kekaisaran Pusat Lahat ngmga Kulayng balat 1.000.000 317.900.000 Kekaisern Kapantay
Lepokenkkabal Mbento 500.000 38.250.000 Magnato Ginto
Mavrigi Azatutyun 520.000 39.780.000 Mavigriano Glesey
Motávia Aiedo 3.400.000 510.000.000 Motaviano Kapantay
Oasis Amrots Gyugh 3.500.000 520.400.000 Doasinês Mahalaga
Planceia do Leste Sanikel 336.000 25.704.000 Plancéio Calisti
Planceia do Oeste Vokhozapukht 494.000 37.791.000 Plancéio Kapantay
Tambry Kentron Kartezi 428.000 32.742.000 Tambrytano Gold
Tanahes Parrky Sarruytsy 400.000 30.600.000 Tanahesdico Kapantay
Vândria Grande Baía Meridional 571.000 44.140.500 Magnato, português Pilak


Cultura VulcanianaEditar

EscritaEditar

As primeiras formas de escrita em Vulcano nasceram no continente de Golwa, entre os séculos III e IV. da era cristã terrestre. Hoje, o principal alfabeto usado no planeta é o alfabeto rúnico, usado como base em vários dos idiomas dos países. O português é falado em grande proporção em Vândria Grande Baía. Em Hyrule se usa o alfabeto Hylian.

Medida do tempoEditar

O principal calendário usado Vulcano é baseado do movimento do sol. Os 249 dias do ano vulcaniano são divididos em 20 "meses" de 12 "dias" e um mês de 9 dias. Esse último mês se encontra bem no meio do calendário, e os nove dias são feriados em que há muita festa em todos os países. Atualmente, estamos no ano 20.432 do calendário solar vulcaniano.

TradiçõesEditar

Os diversos povos de Vulcano tem riquíssimas manifestações culturais. Destacam-se os países de Golwa, que manifestam grande respeito à cultura passada de geração em geração. Suas comemorações são sempre muito enfeitadas com elementos que contam a história do continente. A civilização das Ilhas do Sul também destaca-se por tradições em que demonstram sua adoração ao mar.

LiteraturaEditar

A literatura vulcaniana atingiu níveis de sofisticação muito parecidos com os terrestres. Poesia e romance são os movimentos mais fortes, porém desde a década de 1970 da era terrestre começou com grande força o movimento realista, que busca desnudar as falhas da sociedade vulcaniana.

Filme e teatroEditar

O teatro é uma das atividades favoritas dos vulcanianos. Todos os países tem grandiosas casas de apresentação noturnas, e os cursos superiores de teatro são muito concorridos. O cinema chegou em Vulcano vindo da Terra na década terrestre de 1940, e desde então se estabeleceu como o maior meio lucrativo das artes cênicas. No início as obras eram inspiradas na vida terrestre, e aos poucos os diretores vulcanianos foram volvendo seus olhos para a infinitamente rica cultura de Vulcano. Produções aclamadíssimas vieram principalmente na década terrestre de 1980, quase sempre de Vândria Grande Baía.

MúsicaEditar

As produções fonográficas começaram ainda no século XVIII, com a invenção do bantaytunog, um aparelho de gravação sonora. Vários ritmos de todas as partes do planeta começaram a ganhar fama global após o início das vendas dos nakanahuling, equivalentes dos discos terrestres. O blues terrestre chegou em Vulcano e se popularizou bastante, se misturou com ritmos locais e evoluiu em vários tipos de música. Hoje, os ritmos mais populares são o apila'hat (música pop), dasakan (música erudita) e o folk rock.

ReligiãoEditar

Não há religiões em quase todo o planeta, mas a maioria da população (74,2%) crê na existência de uma divindade criadora do universo.

A única religião conhecida no planeta é a religião Hylian, de Hyrule. Os adeptos creem que três deusas douradas criaram o mundo e deixaram-no para ser bem aproveitado, e protegido pela encarnação das deusas, a triforce.

EsporteEditar

O esporte mais popular do planeta é o glaishkonoy, que é uma semelhante ao tênis e ao basquete terrestre. Hipismo, altetismo, lutas e o futebol foram importados da Terra. O futebol se popularizou bastante, e pode-se dizer que hoje é o segundo esporte favorito dos vulcanianos.

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