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A Reforma Jorjonista foi o regime instaurado pelo Partido Tenentista na cidade de Lagunas (atual Jorgita) entre 1936 e 1941.

Prólogo e EstopimEditar

O Golpe de 33

Em meio a uma crise motivada pelo corte de importações com os ex-membros da Tríplice Aliança, a insatisfação pública com o governo atingiu marcas históricas. O Partido Democrata, na época no governo, sofria uma série de atentados as suas sedes, e o presidente Tomé Castro foi assassinado no ano de 1933 em uma emboscada que nunca foi bem esclarecida. A oposição - liderada por Heitor Afa e o Partido Tenentista - aproveitou o momento de fraqueza para tentar dar um golpe de estado com total apoio do povo.

No dia 14 de Agosto de 1933, Fulanopolis amanheceu em grande surpresa, com uma série de atentados à bomba, tanto do congresso, quanto na Sede do Partido Democrata. Para a a vitória - aparentemente fácil - bastava a renúncia do governo provisório. Mas, a terceira bomba que, aparentemente estava a caminho do Quartel Principal do Exército, explodiu antes da hora, matando centenas de civis que se encontravam no centro comercial da cidade.

O Exercito Interferiu, se assegurando que o Governo não renunciasse. O golpe foi um fracasso, e contribuiu um pouco para a queda de popularidade da Oposição, após descoberto que o ataque à bomba que causara a destruição de várias famílias era de autoria do Partido.

Fortalecimento do Governo e o Ideal Jorjonista em prática

Após a tentativa frustrada de golpe, os democratas elegeram indiretamente o senador Constantino Luepez como presidente. Carismático, Luepez foi uma das armas para a reestruturação do governo.

Apesar de derrotados, os chefes do Partido Tenentista foram liberados - o medo do governo era que a população ficasse revoltada - e expulsos de Fulanopolis. Este, a longo prazo, se mostrou um grande erro.

Em Janeiro de 1934 Constantino Luepez faz um discurso histórico, pedindo perdão ao povo, e união, para combater a crise. Já em Lagunas, onde estava exilado o Partido Tententista, Afa e outros líderes começam a ouvir sobre o Ideal Jorjonista, e logo conquistam grande popularidade na cidade. No mesmo ano Heitor Afa conhece o Coronel reformado do ExércitoEstapafúrdio, Vojnber de Azsax.

Em 1936, os Tenentistas proclamam a cidade de Laguna independente de Anonima, e dão início à Reforma Jorjonista, e a República de Los Jorges.

Ascensão e queda da República de Los JorgesEditar

Expansão

Vojnber de Azsax se mostrou um brilhante estrategista, e logo foi nomeado por Afa Barão. Liderado pelo Barão de Azsax, o exército amarelo - como eram conhecidas as tropas jorjonistas - expandiu de forma colossal o território jorjonista, até quase a atual área de Azoto.

Acuado, e sem poder contar com os ainda ressentidos balsartios, o governo de Anonima se encontrava mais uma vez em uma situação difícil. A diferença era que agora o povo do lado anonimenho se encontrava a seu favor.

Soldados jorgitos.png

Soldados jorgitos revistam corpos depois de mais uma investida da Reforma do governo de Afa, 1937.

Intervenção americana

Na iminência de sua entrada na Segunda Guerra Mundial, os EUA tentaram extender ao máximo sua influência no pacífico. Era a oportunidade perfeita para os anonimenhos que, em Setembro de 1940 assinaram um acordo com os americanos, que se comprometiam a retirar o governo revolucionário, em troca de total servidão bélica e territorial.

O contingente direcionado para Anonima era pequeno, mas era bem mais preparado que as tropas nacionais. Com uma série de bombardeios aéreos americanos, Anonima rapidamente freou expansão jorjonista e, em Julho de 1941, pôs em prática o plano que seria o fim da República de Los Jorges.

Azsax e afa.png

Heitor Afa (dir.) e o Barão de Azsax (esq.) nas vésperas da queda do regime jorjonista, Junho de 41.

Queda

Em Julho de 1941, o governo de Anonima colocou em prática a Operação Relâmpago de Recuperação, ou, como ficou conhecida, Operação Camillero. Em uma série de bombardeios e com uma invasão brutal à Jorgita por parte da infantaria nacional, o governo de Heitor Afa logo declarou sua rendição incondicional, pondo fim a Reforma Jorjonista.

Bombardeio.png

Bombardeio ao Palácio Amarelo (sede do governo jorjonista), durante a Operação Camillero, Julho de 41.

Heitor Afa foi preso enquanto tentava fugir em um pesqueiro mexicano, e posteriormente foi condenado à morte na cadeira elétrica. Vojnber de Azsax, por sua vez, escapou e nunca mais foi visto.

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