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POLINÁSIA CENTRAL
Bandeira Polinásia
Localização Polinásia
(Bandeira) (Localização)
Gentílico Polinásio; Polinasiano
Capital Guardonla; Blens; Krikbel
Maior Cidade Guardonla; Blens; Krikbel
Línguas oficiais Inglês e Russo
Governo:


- Presidente


- Vice Presidente

República Presidencialista


Martina Frouch

Garland Nihtuon

Independência


- Declarada

da Rússia


13 de junho de 1876

Moeda Remanto Azul (equivale a US$: 0,35)
TLD (Internet)|Código Internet .PC
Área Total


- População (2009)

- Densidade Demográfica

108.340 km²


8.947.290 hab.

82,58 hab./km²

Código telefônico 362
Clima Subtropical
Vegetação Floresta temperada e subtropical
Redutos de Biodiversidade Norte de Malalou, norte de Green Wave e Leste de Kaseki.

A Polinásia Central é um pais localizado a nordeste da Nova Zelândia, perto das ilhas de Kerkamec, e a sudoeste da Polinésia Francesa, na Oceania. Seu território está compreendido em 3 ilhas (Krikbel, Flonbar e Gret), divididas em regiões - estados.

Etimologia Editar


Damasek, ao aportar na ilha e realizar os primeiros contatos, batizou o nome do local de Theotokos (título grego para Maria, mãe de Jesus. Para a Igreja Ortodoxa, significa Mãe de Deus). A partir da interação com a população nativa, soube-se que estes a chamavam de Gaa, em referência a Gaawiki, terra sagrada maori, da onde seus antepassados são provenientes.

A partir de 1874, com Timon Iskavik no poder, o país ganhou novamente o nome de Gaa. Entretanto, em congresso, ficou decidido a mudança de nome para Central Polynasian. O Principal fator para a apropriação deste nome elencados pelos congressistas, em 1890, foi a localização naquilo que conheciam como Polinésia Francesa - mas, em prol de uma provável "originalidade", e vontade de distanciamento para com os franceses, trocou-se a letra E pela letra A. A nomeação encontrou forte resistência por boa parte dos intelectuais da ilha, mas respaldo naqueles que faziam a política no período.

As discussões sobre o nome ainda são quentes em todo o país. Desde de quando colocado, o nome Polinásia Central nunca agradou algumas partes, inclusive nessas utilizam-se de outras nomeações, como o próprio Gaa. No seu tocante, em 2012, foi aberta uma comissão de avaliação do nome e das suas imagens, puxada pela ala governista da ASD (Aliança Social-Democrata), encontrando respaldo no PS (Partido Socialista), que possui maior representação no congresso.

História Editar


No século XVI, a ilha de Flombar foi descoberta pelo navegador Skrovoski Damasek e sua esquadra russa. Após pouco tempo instalados, em uma expedição atrás de metais preciosos, foi encontrado ouro e prata em grande quantidade, despertando um maior interesse do Império Russo nessas terras. A notícia da descoberta de uma “nova terra” não era novidade na época, dada a chegada dos espanhóis e portugueses na América poucos anos antes. Entretanto, o que despertava o interesse nestas terras era a sua localização, além daquelas prometidas por Marco Polo em suas viagens. Com estas notícias correndo o continente, a ideia de recomeço era latente. Muitos viajantes, por conta própria, começaram a aportar nas praias deste futuro país. De nacionalidades variadas, estes homens buscavam uma nova vida em terras desconhecidas.

Na Europa, as notícias que corriam eram de um lugar onde não precisava trabalhar, onde o vinho nunca acabara e o sexo era abundante. Estas lendas, unidas à recém-descoberta de ouro e prata, despertaram olhares maiores das potências do período. Desta forma, ingleses, franceses, espanhóis, portugueses, entre outros, aportavam cada dia mais, e em maiores números. Todavia, sem ataques concretos, o domínio sobre o novo lugar ainda pertenciam aos russos. Para extrair todos os benefícios daquele espaço, foi alçada uma prática “popular” no período: a escravidão. A prática se baseava no trabalho forçado dos poucos que já habitavam o local antes da chegada de Damasek. Com o passar do tempo, e da necessidade de se fazer aumentar o trabalho, cada vez mais escravos chegaram.

Nas minas, o clima de descontentamento se alastrava pela ilha. Com rápida organização (dado ao pequeno espaço que eles estavam localizados), houve a primeira rebelião contra o domínio russo. Com ajuda de ingleses ricos, trazidos até aqui pela onda da novidade, tomaram o poder em 22 de março de 1588. Mas em uma rápida manobra do poder Russo, a rebelião foi contida, e aqueles revolucionários foram depostos depois de quatro meses. Dados – incertos – sobre o período trazem o número de mortos acima da casa dos dez mil. Segundo o historiador Michel Maluche, o episódio de desarticulação ficou marcado como uma das maiores carnificinas do século.

Independência - Subentende-se o porquê de um novo levante demorar tanto tempo para ser organizado. O medo pairava pelo ar. Algo semelhante viria após 200 anos. Em meio aos escravos nascia à chama revolucionária, com um homem chamado Nhandeara Moema. Nhandeara liderou a 2º revolução escravocrata, que chegou ao poder em 1874. Com um grande poder retórico, soube trazer para seu lado os escravos, os senhores de terra e poderosos das ilhas, e os inimigos do Czar. Isso foi fundamental para o sucesso deste segundo levante. Um trabalho de estruturação do país deu início, inclusive a formulação da primeira constituição polinasiana, em 1876. Com a constituição, a independência logo foi alcançada e reconhecida pela Rússia. Nhandeara, agora no poder, substituiu seu nome por outro, que simbolizasse o novo: Timon Iskavik, uma mistura do maori, seu povo nativo, com todos que ajudaram a construir essa nova fase. Iskavik governou o país por 34 anos, até se ausentar do cargo por problemas de saúde. Foi o mais longo governo da Polinásia, e trouxe diversos avanços para um local que parecia na estagnação.

Após sua saída, em 1908, o país continuou crescendo a passos largos. Se envolveu em assuntos mundiais, como a Primeira e Segunda guerras mundiais, atrelando-se a sua antiga metrópole. Também sentiu os efeitos do crash da Bolsa de Valores de Nova York, em 1929. Esta, inclusive, alavancou políticos que viam com bons olhos o estabelecimento de um estado de bem-estar social e de uma economia protecionista.

Pós-Guerra - Após a Segunda Guerra, a Polinásia viu seu maior crescimento. Os maoris, por exemplo, começaram a sair das zonas rurais em busca de novas oportunidades no meio urbano. Tanto que vimos a partir desse êxodo rural protestos em prol da valorização da cultura maori, com tais pessoas buscando reconhecimento no mercado de trabalho, e também de suas práticas culturais.

Na chegada aos anos sessenta, e maior endurecimento do sistema binário mundial, a Polinásia se aproxima do lado ocidental. Muitos viam com cuidado a situação do país e seu passado recente, por isso longas conversas com seus representantes foram realizadas em um curto período de tempo. Em decorrência disso, o Partido Comunista foi sendo cada vez mais solapado, e Mandala Austim Jr, filho de ex-presidente, junto com nomes fortes como Américo Kepler, Frâncio Martinez e Licanor Miralondes cria um dos partidos que mais tarde viriam a formar o mais poderoso do país, o Partido Democrata Polinasiano (PDP). Tal foi vital para os desejos ocidentais de evitar uma “comunização” do local. Entretanto, o país se mostrou neutro nos diversos embates da segunda metade do século XX, como a Guerra da Coréia e do Vietnã. Assim, se mostrou um local aprazível para intelectuais notadamente de esquerda, além de movimentos sociais que se estabeleciam no país.

Nos anos 80, após as sucessivas crises do petróleo no mundo e uma grande recessão da economia mundial, diversos grupos de direita encontraram base para se instalar de vez na política nacional. Com o PDP cada vez mais forte, sempre atrelando-se aos ideais neoliberais evocados por Thacher, na Inglaterra, e Reagan, nos EUA. É neste período também que vimos a eclosão de diversos movimentos musicais ligados ao rock, com o punk ganhando força, moldando a identidade da juventude do período. Não houve, durante este momento, um crescimento econômico como o visto em anos anteriores, levando a Polinásia a um longo período de recessão, que só viria a normalizar em meados dos anos 1990.

Já nos anos 90, o PSD se via cada vez mais enfraquecido. O partido perdia, cada ano mais, a sua base governamental, que se dissolvia entre a ASD (Aliança Social Democrata) e o PS (Partido Socialista). Com a crise econômica no país, o PS angariou grande número de eleitores, conseguindo vencer as eleições nos maiores municípios em 96. A ASD, que nesse ponto já contava também com força considerável, era vencedora na capital do país, Guardonla. O final do século XX é marcado pela vitória apertada de Benedict Clinkz (PS) para a presidência. Seria, então, o primeiro presidente de um partido de esquerda no país, desde a instauração da República.

Século XXI - Já no novo século, os partidos políticos continuavam a disputar o poder no país, alternando-se com vitórias nas urnas. Uma vitória massiva do PS veio somente em 2006, em uma coalizão com o Partido Trabalhista e a Aliança Social-Democrata, notadamente de centro. Com isso, sobe a presidência Heminon Iskavik, bisneto de Timon, e figura que cativava a grande maioria dos eleitores. Com a sua re-eleição em 2010, a economia polinasiana já se encontrava em um patamar confortável, com diversos investimentos no seu pátio industrial e também no turismo. Outro lado consolidado foram as políticas sociais, com um investimento massivo nas classes baixas, além da baixa na taxa de desemprego e aumento do poder de compra do cidadão.

Em 2014, sobe ao poder Martina Frouch, do PS (e ex-Primeira Ministra), com Garland Nihtuon, do PAT (Partido da Aliança Trabalhista), ex-Ministro da Saúde, como vice-presidente. Já os ministérios estão com maioria do PS, seguindo pela ASD, em virtude dos acordos efetuados após a vitória. Na história da democracia polinasiana, Martina é a primeira mulher a assumir a presidência do país.

Hoje, o país está em um patamar desenvolvido, com baixa taxa de desemprego, alto IDH, serviços públicos em perfeita ordem e economia estável.

Geografia Editar


É composta de 3 principais ilhas, chamadas de Krikbel, Flonbar e Gret, além de pequenas ilhas localizadas no seu entorno, pertencente aos estados localizados nas três maiores.

MAPA ORIGINAL!

Seu território é longo e largo, com cerca de 16.000 km de costa e uma área total de 108.340 quilômetros quadrados. A ilha de Krikbel é a maior do país, seguida pela ilha de Flonbar. Com menor área, Gret é a única recortada ao longo de seu comprimento pelos Alpes do Norte, extensa cordilheira com mais de 10 picos acima dos dois mil metros. O maior deles é o Monte Altay, com 2593 metros. Maior parte da ilha de Gret fica acima do nível do mar, no planalto norte.

Clima Editar

O país possui um clima ameno e temperado marítimo, com temperatura média anual variando entre 10ºC no nordeste e no sudeste, e 19º no leste e oeste. A discrepância de clima nas regiões é uma das particularidades do país, onde podemos ter temperaturas altas na região sul e norte, mas baixas nas nordeste e sudeste nas mesmas épocas do ano. Eventos climáticos diferentes podem ser vistos, como a neve na região de Anu, e altas temperaturas em Green Wave.

Biodiversidade Editar

Por se localizar relativamente isolada, a Polinásia Central possui ecossistema único. A maioria dos nichos ecológicos mamíferos são ocupados por aves, como o Kiwi. Recebe, em uma época do ano, a visita do Pinguim-Azul, que durante muito tempo foi atribuída sua imagem à do país.

Demografia Editar


A população da Polinásia Central é de aproximadamente 9 milhões de habitantes. O país é predominantemente urbano, com 76% da sua população vivendo nas maiores cidades das três ilhas, e 49% nas maiores cidades do país.

A expectativa de vida de uma criança nascida no país era de 79,5 anos, em 2008. Este número deve crescer, segundo estudos apontados, em 2050 para 84 anos. Nesse mesmo ano, a população do país deve chegar na casa dos 12 milhões de habitantes.

Maiores cidades

Posição Cidade Região
1 Guardonla Blens
2 Chiton City Chiton
3 Retronc Microv
4 Admesta Amakon
5 Clibre Lowds

Religião Editar

O cristianismo é a religião predominante na Polinásia, com 51,5% da população se identificando como tal. Entretanto, nos últimos anos vimos um crescente aumento no número de pessoas se declarando como não pertencentes a nenhuma religião, elevando para 40,5% (de 29,3% em 2001). Nas manifestações identificados como "não cristãs", estão o Budismo, Hinduísmo e Islamismo. Já nas "cristãs" minoritárias, encontram-se o anglicanismo, presbiterianismo, pentecostais e batistas.

Posição Religião % aprox
Sem Religião 40,5%
Protestante 28,5
Católicos 11%
Outras (não-cristãs) 8%
Ortodoxa 8%
Outras (cristãs) 4%

Idioma Editar

O Inglês é a língua predominante no país, falado por 98% da população. O inglês polinasiano é semelhante aquele falado na Nova Zelândia, Austrália e Escócia Austral, e muitos falantes anglófonos do hemisfério norte são incapazes de falar o sotaque que encontramos na Polinásia. Em 1995, a Russo foi introduzido como língua oficial, após o fim da Guerra Fria. Entretanto, o dialeto falado no país caiu em desuso, e hoje poucos habitantes conversam nesse idioma. Outra língua que foi solapada no século XX foi o maori, onde após a Segunda Guerra Mundial, os maoris foram desencorajados a falar sua própria língua, abrindo espaço para a entrada do inglês. Outros mais falados são o francês, holandês e espanhol, assim como a Língua Polinasiana de Sinais, introduzida em 2004 no hall dos idiomas oficiais do país, e hoje já é utilizada por mais de 0,5% da população.

Política Editar


A República polinasiana é uma república unitária semipresidencialista, com fortes tradições democratas. O sistema político do país é inspirado nos moldes franceses. O executivo exerce alto poder sobre o parlamento, reforçando a autoridade das camadas políticas. Ele possui dois dirigentes: o Presidente da República, chefe de estado, que no momento atende pela figura de Martina Frouch, eleita por sufrágio universal em 2014 à quatro anos de mandato, e o Governo, liderado pelo primeiro-ministro nomeado pelo presidente. Atualmente, o primeiro ministro é Paul Illindi.

A política polinasiana atualmente se destaca por dois grupos opostos: um de esquerda, centrado no Partido Socialista (PS), e o outro de direita, representado pelo Partido Democrata Polinasiano (PDP). Outro grupo que ganhou destaque foi o de centro, caracterizado pela Aliança Social-Democrata (ASD), e o Partido da Aliança Trabalhadora (PAT), também de esquerda.

Economia Editar

É um país moderno e industrializado. As principais indústrias exportadores são a agricultura, a horticultura, a pesca e a silvicultura. Um ambiente político estável, força de trabalho instruída e a baixa corrupção fazem da Polinásia um lugar fácil para fazer negócios. Historicamente, sua economia desenvolveu-se a partir do setor agrícola. Este país possui ainda substanciais indústrias transformadoras, turismo e serviços. Além disso, o país é grande produtor de kiwi e uva, com um dos melhores vinhos do mundo. Produz também, em grande quantidade, lã, estando entre os 10 maiores produtores mundiais. Um dos maiores investimentos recentes tem sido na área do turismo, importante fonte de divisas, aproveitando-se das belas paisagens naturais. A atividade gera cerca 1,7 bilhões de dólares por ano.

Desde o século XIX, a Polinásia se favoreceu da demanda elevada por produtos agrícolas vindo dos países da Europa e dos EUA, se transformando na principal fonte de renda para o país. Entretanto, desde a crise de 1929, a economia se abriu para novas indústrias:

  • Automóveis - Década de 1930
  • Petroquímica - Década de 1930
  • Bens de consumo duráveis - Década de 1940
  • Setor Terciário - Década de 1960
  • Desenvolvimento tecnológico - Década de 1980
  • Indústria de aeronaves e computadores - Década de 1990

Futebol Editar


História do futebol na Polinásia Central

Clubes de Futebol da Polinásia Central

Campeões das Ligas e da Copa, desde 1990

Estrangeiros na Polinásia Central

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