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Política Ibérica é o nome dado ao período da história panteciana onde "bloco espanhol" e "bloco português" alternaram-se no poder.

Luís Olívio (1908-11)Editar

Contrariando muitos temores, Olívio fez uma gestão pautada na diplomacia, e, até certo ponto, na satisfação equânime dos interesses de todos os poderosos. Garantiu a estabilidade no contexto da Política Ibérica, geriu a Pantécia de forma relativamente tranquila e sem turbulências. Foi mais moderado do que liberal, mas não criou grandes polêmicas.

Conforme previsto, em 1911 o "bloco português" tirou o time de campo e apoiou a candidatura de Miguel Mendoza, do "bloco espanhol". Os dois partidos conservadores voltaram a se unir, mas a falta de articulação com os demais fez com que o pleito fosse novamente vencido pelos adeptos da Política Ibérica.

Miguel Mendoza (1912-15)Editar

O primeiro "hispânico" da Política Ibérica não conseguiu repetir o relativo sucesso do presidente anterior e acabou atrapalhando-se em alguns momentos; a Pantécia não avançou quase nada na maioria das áreas e ainda viveu momentos de instabilidade econômica. Como destaque da gestão, Mendoza teve a criação, já em seu último ano, da Fundação Panteciana de Estatística e Desenvolvimento Social, a Fupedes, que fez os primeiros levantamentos geográfico-estatísticos detalhados da história nacional.

Os dois partidos moderados "não-ibéricos" fundiram-se no Partido Moderado Nacional e lançaram candidato à presidência em 1915. No entanto, nem Conservador, nem Moderado Nacional, nem Vanguardista Panteciano: a articulação ibérica venceu de novo.

João Bonfa Luso (1916-19)Editar

Luso começou a desestabilizar a Política Ibérica. Concentrou muitos investimentos infraestruturais em Bonfim e região, cidade onde fundou faculdade também; sua visível diferenciação no trato da "Pantécia portuguesa" gerou tensões e instabilidade, o que prejudicou o seu governo.

Nas eleições de 1919, novamente a ausência de uma coligação dos três partidos que não apoiavam a Política Ibérica fez com que o candidato desta levasse a presidência sem grandes dificuldades.

Lucho Santiago (1920-23)Editar

Nos primeiros dois anos, pareceu que Santiago se esforçava para acalmar os ânimos e manter a estabilidade da Política Ibérica; no entanto, em março de 1922, surpreendendo seus partidários, o presidente lança uma nova reforma partidária que proibía as legendas de, em seu nome ou programa, fazerem alusão e/ou favorecimento a qualquer país estrangeiro. Por uma margem apertada, o Legislativo aprovou a iniciativa, e, de repente, os quatro partidos que compunham a Política Ibérica se tornaram ilegais. Em vez de mudar suas diretrizes, acabaram extintos e os membros se diluíram nas outras legendas. O presidente alocou-se no Vanguardista Panteciano, que em pouco tempo mudou o nome para Liberal, de novo.

Com a chegada das eleições, tentou-se manter a Política Ibérica, mas, como dentro dos partidos havia mais contrários do que favoráveis a esse sistema, o fim da mesma tornou-se inevitável. Surge aí como favorito à presidência um deputado equilibrado, porém firme, de discurso claro e fácil, trânsito fluido entre os diferentes grupos e ferrenho apoiador da reforma partidária: Rigoberto Enero. Lançado pelos Moderados à presidência, conseguiu, de forma brilhante, abarcar os Liberais em sua coligação. Enfrentando um único adversário (dos Conservadores), venceu com mais de 60% dos votos e foi aclamado pelo povo.

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