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ARQUIPÉLAGO DE MONOLITO
Bandeiramonolito Mapademonolito
(Imagem Ampliada) (Imagem ampliada)
Lema nacional: À família, o pai. Ao trabalho, o chefe. À sociedade, a Pátria.
Língua oficial Espanhol e Monalteca. Joseense, como dialeto
Capital Tremelec, Ilha de Tremelec
Presidente Paul Rusesabagina
Área
236.000km quadrados
População 12,4 Milhões de habitantes
Moeda Sapos Monólitos
Fuso horário GMT -3
Hino Nacional A Dobra do Mar
Código Internet .MN
Código telefônico 505



MONOLITO Editar

  • Nome oficial: Arquipélago de Monolito
  • Ilhas: Tremelec, Chinito, Monoeste e Monoleste, além de 6 ilhotas.
  • Capital: Cidade de Tremelec, Ilha de Tremelec
  • População: 12.452.250 pessoas
  • Área: 236km quadrados (151.000km2 em Tremelec, 47.000km2 em Chinito, 21.000km2 em Monoeste e 17.000km2 em Monoleste, mais ilhotas)
  • Idioma oficial: Monalteca e espanhol
  • Moeda:Sapos Monólitos
  • Regime de Governo: presidencialista
  • Religião predominante: católica
  • Principais cidades: Feliz Esquina, Urinômio, Campo Belo, San Jose, San Remo, Solar, Jardim Industrial.
  • Lema: À família, o pai. Ao trabalho, o chefe. À sociedade, a Pátria.
  • Lema antigo: Faça a Diferença.
  • Dados socio-econômicos e estruturais
  • Principal aeroporto: Aeroporto Nacional de Tremelec
  • Território protegido por lei ambiental em %: 8%
  • Principal jornal:O Grito e Sentinela
  • Principal emissora de TV: Canal 6 e LPI
  • Disponibilidade de TV a cabo: cerca de 37% dos habitantes
  • População carcerária: cerca de 7 mil
  • Ìndice de anafalbetismo:6,42%
  • População coberta por sistema de saúde em %: 97%
  • Expectativa de vida: 71,2 anos
  • Principais exportações: peixes, tecnologia aérea, laticínios, trigo.
  • Principal atividade econômica: saúde e portuária.

HISTÓRIA Editar


Indígenas As primeiras evidências humanas em Monolito dão conta do ano de 550, período de dominação da civilização Mochica, dos Incas. Ambientados ao local, construíram importantes cidades portuárias a leste de Chinito, provavelmente vindos da bacia platina para o país. As extintas Liniusa e Doriana e a cidade de Solar são os maiores exemplos. Adentrando as montanhas do país, atingiram a ilha de Tremelec cerca de 90 anos depois onde fundaram uma cidade, Uthalpa, que tornaria-se a capital do império na ilha (atualmente é a região onde fica Urinômio). Dali atingiram a Grande Pedra que era constantemente visitada na Festa do Sol, em junho. Tupac Raymi era como os incas conheciam a pedra e também o motivo pelo qual construíram importantes estradas ligando Uthalpa até o local. As principais contribuições dos incas também englobam o cultivo de milho e trigo e a criação extensiva de aves.

Conquista Européia Juan Diaz de Solis chega até o território uruguaio em 1503 e primeiro entende ter encontrado o arquipélago, visto que o estuário do rio da Prata dava a impressão de ter atingido a região. Coube porém a Fernão de Magalhães, em 1509, a conquista de Tremelec, que passou a ser conhecida como Ilha de São José por ter sido conquistada as vésperas do dia deste santo, 17 de março. A primeira missa foi rezada no dia 19, onde a ilha foi enfim batizada. Primeiramente tornou-se entreposto de escravos vindos da África e trocados por produtos da Patagônia. Porém os negros fugidos logo uniram-se aos índios para lutar contra a presença espanhola.

Uma missão holandesa contratada junto ao rei Carlos V foi dizimada pelos nativos e negros, o que forçou a convocação de novas forças navais, inclusive de caudilhos do Prata e da Armada espanhola que eliminou mais de 90% dos rebelados em cerca de dois anos de luta. As estradas, assim, passaram a ser controladas por espanhóis que, aproveitando-se da arquitetura deixada pelos locais, utilizavam a ilha para fins comerciais que transcendiam a exploração no Uruguai e na Argentina. San Jose passou a ter autonomia diferenciada de qualquer outra colônia sul-americana e destacou-se como a Bolsa de Valores mais promissora abaixo da linha do Equador.

Tanta importância acabou por trazer no século XVII uma prosperidade gigantesca à ilha que recebeu muitos europeus em busca de uma oportunidade de sucesso financeiro na extremamente especulativa Tremelec.

Em Monoeste, espanhóis fundaram uma comunidade extremamente patriarcal e centralizadora, voltada ao culto católico radical, abdicando do lucro, em contrapartida à especulação exacerbada na ilha ao norte: eram os Bespenhos, que, sob a liderança carismática de Carlos Arca Sastre, delimitaram uma região para crescer sem a dependência do resto do território, o que, num primeiro momento, parecia um erro.

Espanhóis de Castela e também do País Basco ocuparam Tremelec, enquanto os sevilhanos foram viver em Chinito.

Emancipação

San Jose passa a ter administração própria sob o reinado de Isabel II de Espanha. Essa administração própria, no entanto, é historicament econhecida como meramente protocolar, posto que o controle jamais deixou de ser da Coroa espanhola.

A instabilidade reinante na Europa durante o Bloqueio Continental atingiu em cheio a força monetária joseense fazendo com que várias rebeliões ocorressem nas ilhas. Os Bespenhos, a essa altura com um quadro social e econômico mais estável do que o resto do Arquipélago, procuraram causar ainda mais fragilidade aos negócios negando-se a negociar seus produtos com o restante da ilha que pouco cultivava, o que causou conflitos, conhecidos como “guerras da chantagem”. O país já não era mais a promissora bolsa de valores de outrora, deixara de ser especulativa, e era a região de Sastre que tinha as melhores condições comerciais de sustento.

No período das chantagens, a miséria intelectual devastou mais do que a econômica, pois foi um momento de intrigas diplomáticas internas. Sastre era visto como um pretenso presidente, e, com prepotência e truculência, fez, à revelia, o mesmo bloqueio que San Jose sofria em relação á Europa. Da Europa, o bloqueio continental. Da região mais próspera, o bloqueio de Sastre. Ruim para o país.

Ele era um governador informal da região. O líder abnegado que não havia.

Quando os produtos de Monoeste eram negociados, eram sob preços exorbitantes, que transcendiam inclusive o limite do dinheiro. Visivelmente havia alí um novo poder nascendo, valendo-se da mesquinharia para tornar todo o território mais frágil. Havia, inclusive, além da rebelião provinda da crise comercial e financeira, um início feroz de atritos de ordem religiosa.


Entre outras conseqüências isso levou aos sevilhanos explorarem de maneira intensa a ilha de Chinito, fazendo nascer à força um fluxo desordenado de produção comercial por lá, e também aos moradores de Tremelec transformarem a ilha de Monoeste em prisão para insurgentes contra a prosperidade conquistada. Sufocada com a consequente revolta dos Bespenhos e temerosa de perder o controle administrativo de San Jose, Isabel II concede o território ao controle uruguaio, provando a tese de quem duvidada da independência administrativa de San Jose. Tal decisão tinha ainda como vantagem o fato de que levava a Coroa brasileira a calar seus interesses reclamados sobre território cisplatino, desde 1838.

A volta dos espanhóis

Em 1928, nas comemorações do centenário da independência do Uruguai, Juan Campisteguy, com o apoio da Argentina, negocia a troca de parte da dívida com a Espanha com a devolução do território de San Jose. Mesmo pouco interessados na ilha após a independência financeira de suas antigas colônias, a Espanha retoma o controle do território, o que leva a constantes movimentos de revolta nas ilhas, menos na região dos bespenhos, a região dos chantagistas, onde sedimentou-se a cultura de que aquele era o controle correto do país. A verdade é que a retomada do poder por parte dos espanhóis foi uma tremenda e mal explicada manobra. Nem os espanhóis queriam o controle, tampouco, portanto, fazia sentido que aquilo fosse o pagamento de alguma dívida.

O povo local se une em um grito ainda morno de independência, e começa a graçar movimentos anarquistas e rompantes passeatas e campanhas contra a espanha, contra os defensores da Espanha, contra o Uruguai e seus defensores, contra tudo que não fosse a emancipação joseense, pelos anos que se seguiram.

Quando descobre-se que a retomada espanhola fazia parte de um jogo político meramente comercial, cresce no país o orgulho nacionalista. Já não se defendia a bandeira espanhola por lá, tampouco se aprendera a defender a uruguaia. Campisteguy “negociava” esta terra por pura incompetência e falta de visão política. E a Espanha aceitou a negociação para apenas e tão somente planos excusos, mal pensados, raciocinados num impulso torpe de reativar, em pleno século XX, a máquina colonizatória e truculenta sob o patrocínio do poder monetário e cultural europeu.

Não são poucos os livros que argumentam que este momento histórico por muito pouco não se transformou em uma fase de caos e devastação na America, como aconteceu, ao mesmo tempo, na África, por exemplo. A julgar pela II Guerra Mundial, que começaria poucos anos depois, realmente era um momento delicado.

Após um período de turbulência e a consequente e natural adaptação ao quadro, e após a II Guerra Mundial, o território volta a ver, na decada de 50, movimentos contrários ao conformado quadro de San Jose, que, segundo pensadores políticos da época, após duas décadas como território de controle espanhol, estava pronta para ter o pavio acendido, e se consagrar como a grande banana de dinamite americana, como a bomba-relógio do cone-sul.

Apesar de tudo, o território não apresenta perigo aparente. Está não muito atrás do uruguai, em termos de desenvolvimento. Arquitetura, povo, cultura, aspectos outros ganham uma forte tinta ibérica, mas não existe nada evidente nas ruas ou nos exércitos que apontem para as temidas investidas militares dos espanhóis no continente americano. Mesmo assim, não se há a certeza disso. Mesmo assim, o país é controlado com distorções e sofre, sim, golpes mercantis em favorecimento de outros países colonizados da America. E mesmo assim, as novas gerações de joseenses cresciam sabendo que a independência era mais interessante do que aceitar-se daquela forma.

O clima de incerteza acaba por definir como líder dos revoltosos um socialista apoiado pela União Soviética, Pedro Alcha. Ele aparece como figura altamente carismática e corajosa, ganha apoio da imprensa e dos populares, e começa outra vez a preocupar os sucessores da já longínqua Isabel II, lá na Espanha. A diferença é que agora já não havia, do outro lado do Atlântico, a honestidade de pensar se era valioso evitar perder o controle em nome de um legítimo levante.

Uma guerrilha apoiada por Alcha depõe o governador da província em 1958, depois de muito lutar por isso, dando abertura para um novo momento, de início turbulento pela forma agressiva e autoritária de Alcha controlar as questões diplomáticas do país. Ele foi muito acusado de preconceituoso e fascista, por fazer uma política socialista, mas com face a prejudicar minorias religiosas e colônias. A acusação se deve sobretudo por ele ter sido apoiado, antes do poder, por pessoas de todas classes e descendências, e não governar por todas elas.

Independência

O Governo Kennedy começa a incomodar-se com o socialismo iminente no sul do continente americano e, em 1959, envia mariners para sufocar a rebelião alchiana. Tropas uruguaias são enviadas para Monoleste a fim de tomar o país pelo sul, enquanto os americanos viriam desde Porto Alegre, no Brasil. Após um sucesso inicial, Alcha acabou saindo vencedor e manteve-se líder dos revoltosos da ilha. Em 24 de janeiro de 1960, com Constituição definida e reconhecimento europeu e americano, Monolito torna-se a mais jovem república sul-americana independente. A ajuda recebida pela Aliança para o Progresso foi fundamental para pavimentar rodovias e criar o sistema social e educacional que hoje é referencial de como cuidar de empréstimos recebidos de organismo financeiros.

Entre 1958 e 1960, Alcha não teve tempo de cuidar do país. Arquitetou a independência constitucional e se defendeu dos ataques orquestrados em grupo e vindo de todos lados. Conseguiu, colocou o país como independente e sob a imagem de um povo vitorioso – no caso, ele.

O país ganha o nome de Arquipélago de Monolito, para reconhecer administrações distintas em cada ilha, e para homenagear o que de mais histórico e popualr havia no país: os monolitos e as rochas. Durante a decada de 60, Alcha cuida de Monolito de forma longe da ideal. Escorado em exemplos horríveis vindos do continente americano – ditaduras no Brasil e no Chile, por exemplo – Alcha controla o país a fins de virar as costas para o mesmo continente com o qual aprendera o que não devia.

Nega boa parte dos acordos comerciais, esportivos, educacionais e culturais, ao memso tempo que dá subsídios para o nascimento de mega-empresas monólitas, como a Aerolito Linhas Aéreas e a Corisco Yakin, de laticínios. Cria o idioma monólito, baseado num espontaneo dialeto já existente. Evita (à força) a especulação comercial e o turismo para os países da América. E não encontra muita rejeição por isso, afinal, o povo ainda não entendia o que era aquela tal independência.

Alcha, porém, escorado na ilustre e sensacional escola arquitetônica monólita e brasileira da época, investe pesado nas construções culturais e esportivas do país, razão pela qual Monolito ganha uma porção de bons e grandes estádios de futebol, sobretudo quando comparados aos próprios espetáculos que sediava. Sem fomentar a especulação imobiliária das regiões que começavam a ser valorizadas, podemos ver a Avenida Muresan, em Tremelec, virar a rua central dos negócios do país, e outros centros e praças ganharem monumentos em forma de prédios e calçadas com charme e planejamento todo especial e único, pois se havia algo que Alcha sabia fazer, isso era despachar mudanças desse tipo, como as arquitetônicas que vimos, que gastavam muito, mas tiraram uma antiga defssagem do país.

Ele também alavancou a educação e gastou dinheiro até demais com o crescimento de Universidades, e junto delas trouxe um salto intelectual e de saúde nacional. Areja a região, com seu socialismo de costas viradas. Não dá bola à realidade política da URSS, de Cuba, mesmo do Brasil. E termina a década de 60 começando a se enforcar em seu próprio curral.

É inegável, contudo, que foi a decada onde o país mais cresceu. Além de tomar corpo e identidade independente, o crescimento a olhos vistos foi de se admirar.

Começa a decada de 70, e Alcha não dá sinais de querer sair do poder. Mas já ganhou força e fama na região ao norte de monoeste, exatamente onde era o centro da comunidade bespenha “chantagista”, que simplesmente rejeita Alcha. Alcha usa de truculencia com eles, por vezes até “devolve” as chantagens do passado. Não adianta. Uma comunidade naquele local adota bandeira própria, e se define a manter-se chamando o território de San Jose, e falando espanhol.

Alcha, que tinha mesmo decisões sapientes, decide então colocar naquela região o nome de San Jose. “É uma cidade que vocês querem? Terão. O país, não podem querer mais, porque já não o é”. Mais que isso, ele investe pesado no sul dessa região. Nasce alí, sob seu proprio batismo, o Jardim Industrial, que descentraliza o poder econômico da região, antes todo na área dos insurgentes chantagistas. É um raro caso de insanidade política que dá certo: para fazer pirraça, Alcha investiu em uma região que, de fato, virou importante para a economia do país.

Se ele agiu bem nessa ocasião, não repetiu a dose em outras. Havia mantido uma rusga pré-independência com a Argélia, e potencializado- a. Através de atos e despachos infelizes, deixou de ser considerado um representante de minorias raciais e religiosas. Monolito, que era uma pequena salada que continha turcos, franceses, brasileiros e gregos, via Alcha esbanjar ignorância a respeito do que estava para lá de suas fronteiras. Em 1976, em uma viagem´m á Estapafúrdia, alcha foi alvo de vaias locais ao dar uma “aula” sobre a história daquela região, esbanjando preconceito e falta de conhecimentos básicos de geografia.

Ainda que brigando com os outros e com os seus próprios, ele estabeleceu alguma estrutura política, e, assegurando que deixaria o comando em 1980, ele adoece em 1978, vindo a falecer em 3 de fevereiro de 1979, de cãncer no fígado, coincidentemente no auge de sua decadência, quando já não conseguia ser levado a serio nem pela imprensa, nem pelo povo, posto que a estratégia da truculencia de resultados já estava desgastada demais. Ficou a imagem de seu cachimbo, que virou símbolo de sua imagem caricata.


Monolito hoje Após a morte de Alcha, em 1979, uma junta governamental (comandada por Julio Longobardi) liderou o país até as eleições de 1983, que fez subir ao cargo o caudilho Lauro Paz, em 84. Paz, como primeiro ato, decidiu reunir eruditos e músicos, e, em 3 meses, apresentou ao país A Dobra do Mar, hino oficial de Monolito. Em seguida, estabeleceu como seria distribuídas as cadeiras do poder, deu hierarquia ao governo do país, e distribuiu o controle das 4 ilhas e das 6 ilhotas. Fez questão de trazer para si as minorias, rechaçou o socialismo de Alcha, mas mesmo assim não conseguiu amolecer o coração dos chantagistas joseenses, e, não por falta de vontade, praticamente não conseguiu desvirar as costas para a América. Aliás, o proprio hino que ele chancelou, falava sobre o fato de Monolito estar de costas para América. Era uma vontade forte dele (e se já não sintos os teus sinais, pode ser da vida acostumar / será, America? / Sobre estar só, eu sei...).

Seu governo investiu pesado na reformulação intelectual das universidades e da imprensa, ambas frentes que, embora apoiadas por Alcha, também eram ideologicamente patrocinadas por suas ideias, o que era perigoso para Lauro Paz. Na revitalização da indústria de base, recebeu incentivo de países não alinhados como Iugoslávia, Índia e África do Sul.

Em 1988, Julio Longobardi, sempre uma liderança oculta, assume o país e organiza as forças armadas como fontes de pesquisas científicas. Monoleste vira área de preservação natural reconhecida pela ONU e as pesquisas realizadas na região também ajudam a pujante economia do país. A descoberta de petróleo e diamantes ao sul de Tremelec, ocorrida no início dos anos 90 deram novo fôlego a receptação de divisas monólitas. A indústria agropecuária tradicionalmente chinitista também se desenvolve com correção do solo. O principal desafio atual para o país é controlar os rebeldes Joseenses que vivem em Monoeste e constantemente lutam pela devolução do território de San Jose ao controle espanhol, nos moldes das Ilhas Canárias.

Em 1992, Longobardi deixa o governo para o coronel Martín Ascoteguy, mais mão-de-ferro, porém este faz um governo de sequencia muito bom, e estabiliza de vez o país.

Ilha de Tremelec Editar

Maior ilha, concentra boa parte da população do país, assim como o maior conjunto montanhoso e também a floresta mais extensa. Situados a leste da ilha o conjunto montanhoso é uma escarpa sul-norte que na parte mais setentrional encontra a floresta e as campinas de folhagens baixas, principalmente formada por trevos rasteiros, que, de tanta abundância, viraram símbolo do país, um sinal de sorte que também foi inserida na bandeira do país.

A região Leste da Ilha de Tremelec possui vegetação mais preservada, também porque a ilha se desenvolveu mais em sua região oeste, posto que é a parte da Ilha-mãe que fica mais próxima do continente, e também da Ilha de Chinito. Em Tremelec se encontra uma das florestas tropicais mais ricas de todo o planeta, a floresta de Paquetá, só perdendo na America do Sul em variedade de espécies para a floresta amazônica. A se considerar que ela é cerca de 120 vezes menor, estamos diante de um fenômeno natural sem precedentes. Animais de água doce e salgada se misturam no encontro do rio com o oceano, proporcionando um dos mais ricos ambientes sub-aquáticos do mundo. É aqui que vive o peixe-pira, a iguaria gastronômica mais valiosa de todo o país, cuja pesca é um segredo dominado por poucas famílias ribeirinhas, que contam com a proteção do governo para proteger este patrimônio do mercado globalizado.

Entre os mamíferos de Tremelec, destaca-se a presença de tigres e outros felinos menores, como o serval. Pode-se dizer que Tremelec é uma ilha com destaque em termos de fauna, posto que é nela que está o maior zoológico da América Latina, no complexo Guiraldelli, onde fica localizado também o grande Parque Guiraldelli, área que abriga o autódromo oficial Trementino, e que possui, em seu espaço, uma área verde com mais de 30 espécies de árvores e vegetações diferentes.

As cidades trementinas são:

  • Tremelec.


Cidade homônima da Ilha, é onde estão concentrados os maiores centros econômicos, populacionais e culturais do país. Exemplos como a Universidade de Tremelec, centro mundialmente conhecido pela excelência no ramo da saúde, a Ilha Parque Florestal, ilhota usada para estudos biológicos, Lagos como o Birdner, românticos com suas praças ao redor e uma roda gigante famosíssima, praias como a do Esquilo, de areia densa, a Lunar e a das Rochas, de características singulares, Monumentos como o da bandeira, imponente mesmo com apenas 1,75m de altura (e 7 metros de diâmetro, 3,5m de comprimento), e o obelisco da praça do Povo, gordo na base e agulhado no alto, o Governo nacional, discreto e de paredes azulejadas brancas, o Aeroporto de Tremelec, moderno e simpático, o Porto de Tremelec, apto para negócios e turismo, além, claro, da região da Pedra Mãe, o maior monolito do mundo, que fica no centro-leste da cidade.

Tupac Raymi era como os incas conheciam esta enorme pedra, quando desbravavam terra virgem. Numa terra de muitos monolitos, este se destacava pelo assombroso tamanho, e também pela sua altura e agressividade bruta de forma.Virou desde sempre um símbolo do país, junto do trevo de 4 folhas, abundante noutras regiões. Mas este monolito representa simplesmente a escolha do nome do país, e não se conhece outra de tamanho semelhante. Hoje o espaço ao seu redor é alvo de foto para cartão postal, visita de turistas, e inclusive o grande museu da história de Monolito fica ao lado da Grande Pedra. Numa extensão de 130 metros, o pé do monolito-mãe conta com um teto de vidro e uma parede tubular também de vidro, onde se viaja pela história da nação. Região de altas neblinas, a pedra vira um show, pois, iluminada e maquiada pela neblina, transforma-se numa imagem rara de tão magnânima. Muito se planeja, mas não se perfura nem se coloca nenhuma plataforma em cima ou dentro da Grande Pedra.

Em Tremelec há a Avenida Muresan, principal avenida do país, longa e receptiva a variados tipos de comercio e sede de multinacionais e empresas, e por onde se pode chegar a teatros, aos melhores restaurantes do país, e também ao espetacular complexo Princesa de Tremelec. O Princesa de Tremelec, passada as reformas em 2005 e 2006, significa o ápice da arquitetura moderna de Monolito, com um estádio, um anfiteatro, espaços multi-uso, ginásio, alojamentos, espaço empresarial e quadras de tênis, além de funcionar diariamente como um parque para passeio, pois é deslumbrantemente aconchegante, um verdadeiro clube gratuito, com lagos limpos e gramados impecáveis, e apto para receber de Mundial de Futebol a shows de rock, de seminários empresariais a festas populares. A cobertura do estádio e de pedaços do espaço do Princesa é único: é de vidro, com desenhos que lembram ondas, ou gotas, e tornam único o espaço, sendo a garantia de uma casa confortável aos clubes de futebol (e de basquete) da cidade, como Tremelec e Flor, os mais populares, além da Seleção Monólita.

Em seu extremo leste, começam as montanhas e a região de escarpas, que fazem a fronteira com Araguay ser um lugar pouco próprio para habitação, mas rico para a existência da fauna da Ilha, como os citados tigres e servais, além de mais de 50 espécies de aves e também de bisões. A arquitetura de Tremelec, que cresceu de forma um pouco desordenada, sofreu com o crescimento comercial do país, e, em meados da década de 80, foi preciso uma severa lei de urbanismo para repaginar as fachadas e os centros da cidade, infestada por propagandas já envelhecidas. O resultado disso foi o crescimento dos centros e praças tradicionais, o que tornou novamente Tremelec um ótimo lugar para se visitar nas regiões históricas, como o lago Birdner e as Praças. Não à toa, é uma cidade com crescente número de novos bares e choperias, que se aproveitam das bonitas paisagens e do clima que favorece tanto no calor, com um sol que nunca abafa, quanto no frio e na amenidade, quando geralmente a noite e a manhã contam com uma bucólica neblina.


  • Urinômio.


Logo acima da cidade de Tremelec, Urinômio foi a primeira capital do país, então sob o nome Uthalpa, que hoje é nome do Museu da cidade. Em Urinômio temos uma região menos habitada que Tremelec, porém igualmente desenvolvida, que, pela herança histórica, assumiu um compromisso estético com a história, tombando muitas construções e fazendo a paisagen ser um tanto conservadora.

Urinômio se gaba de possuir um túnel que cruza o oceano atlântico e sai na cidade de Solar, na ilha de Chinito, chamado Tunel Medina. Além do mais, estatísticas comprovam o analfabetismo zero, e a menor taxa de criminalidade do país. É uma cidade que vive de passado, e isso pode ser visto na população e na arquitetura, que só aos poucos vem ganhando mais cara de modernidade, e ainda asism só porque é uma costela da capital trementina.


  • Feliz Esquina:


É a cidade portuária do país, com 6 portos de diferentes tamanhos. O Porto da Pedra remete ao que existe de mais antigo nessa terra, que são as pedras, os monolitos, mas goza de toda estrutura de um dos maiores portos do mundo. Como fica no extremo norte da Ilha, é um bom lugar para os navios americanos aportarem. O longo porto já foi cenário até de filmes estrangeiros, e ao seu redor existem panorâmicos hotéis, lanchonetes e mesmo um shopping de parede toda espelhada para o oceano. Esta área de cerca de 200 metros, em forma de ferradura, com o Porto da Pedra como contorno, é um dos grandes cartões postais do país.

Outro deles é o Rio Zaffiro, estreito e profundo, bem cuidado como um rio europeu, cercado por lojas nacionais e internacionais em sua volta, quebrando o clima do que ele possui dos seus dois lados: a região de alta população, e a região de alta industrialidade. O Rio Zaffiro torna o espaço romantico e democrático, além de alimentar a represa da cidade.

Feliz Esquina, graçaso ao sucesso com seus portos e sua boa localização em relação ao continente, a como um bom lugar para receber empresas. É em Feliz Esquina que fica a Petrobrás, que fornece petróleo para Monolito, a Corisco Yakin, empresa maior de laticínios do país, além das multinacionais Audi e Toyota. Não por acaso, a Makypha, equipe de FOCA monólita, tem sua sede nesta cidade. É indiscutivelmente a região que mais cresce em qualidade de vida, apesar das regiões industriais.

Feliz esquina, sobretudo nas regiões de alta populacional, parece não Ter fronteiras com tremelec: parecem uma cidade só. No entanto, esportivamente, recentemente apareceu um motivo para ser criado um muro entre as duas localidades. O Clube Atlético Feliz Esquina, C.A.F.E. , tem crescido prodigiosamente de estrutura, virando xodó da cidade, tornando difícil a relação amistosa com os clubes populares de Tremelec.

Um dos atos que apontam o crescimento deste clube (Campeão do Mundo em 2007) é a audaciosa obra esportiva em Feliz esquina, onde um estádio e um autódromo estão sendo montados no mesmo terreno. O autódromo será importante para atrair a indústria automobilistica ainda mais para a cidade, e o estádio dará vida eterna ao futebol do clube local.


  • San Remo.

Fica bem no centro de Tremelec. Faz fronteira simplesmente com todas as demais cidades. Local de muitos monólitos, florestas, montanhas, escarpas, é onde, de toda forma, se encontra mais campinas com trevos de quatro folhas, que são um símbolo do país. É um lugar onde podemos ver muitas famílias de origem polonesa, sem que para isso exista uma explicação oficial.



  • Calado.


Outra região florestal, Calado tem em seus rios a maior riqueza gastronômica da região: o peixe-pira. Local simples, que acolhe muitas comunidades ribeirinhas.


  • Canto.


Extremo leste de Tremelec, Canto é uma pacata cidade praiana. A praia de Xilique é um verdadeiro refúgio, praia considerada nobre, onde muitos iates e jet-esquis passam temporadas, por vezes até indo para a ilhota que se avizinha, a Ilha Lenine.


  • Altazana:


Cidade de flora privilegiada, é, por ser vizinha de San remo, outro ponto florestal e montanhoso. O presídio de mais alta segurança do país fica nessa região, de poucos recursos e sem maiores construções.


  • Araguay:


Muitas rochas, monolitos, montanhas, marcam a difícil cidade araguayana, que, ainda assim, se debruça sobre a Praia do Leste e o Museu do verde, referência mundial em pesquisa sobre natureza.

Ilha de Chinito Editar

A segunda maior ilha, também concentra parte significativa da população residente e possui um conjunto montanhoso menos importante do que o de sua vizinha Tremelec, porém igualmente decisivo no avanço populacional da região. Sua costa oeste é quase toda formada por montanhas, monolitos e cordilheiras, o que fez o desenvolvimento acontecer mais na parte leste desta ilha. Possui algumas espécies vegetais em sua superfície, concentradas nas florestas, bem mais devastadas do que as trementinas.

É a ilha onde vive o grande herói da nação: o suricate (suricata-suricata). Estima-se que existam mais de 300.000 indivíduos nas montanhas e campos de Chinito. Sua caça é proibida, podendo acarretar até 30 anos de prisão a quem burlar a lei. Mas, como todo herói demanda uma contrapartida cruel, esqueceram de avisar à terrível gaviola-de-penacho-roxo que os suricatas são quase sagrados. Esta imensa ave de rapina é o maior predador natural dos pequenos animais. Além das suricatas e das gaviolas, a ilha de Chinito, sobretudo numa parte da região leste, abriga também grandes manadas de gnus e zebras, enormes alcatéias de hienas e dingos, e o incrível avestruz-pigmeu, uma disfunção genética do avestruz africano, que não passa dos 30 cm de altura!

As cidades que formam a Ilha de Chinito são:

  • Campo Belo.

Cordilheira e montanhas a oeste, e florestas a leste. No meio disso, Campo Belo se firma como a cidade mais rica da Ilha, e, mesmo sua região pobre, o bairro da Tenda das Chaves, é conhecido e visitado por turistas, por possuir casas apertadas em ruas e vilas apertadíssimas. Sua costa sudeste ainda assim tem pequeníssimas praias e pequenos portos, que fazem uma ligação econômica e social com o sul da cidade de Tremelec, mas a cidade não aposta no litoral, pois faz frio, é um local de correntes de ventos e de encontros insólitos entre as massas de ar, ou seja: em Campo Belo, um dia de temperaturas trepidantes podem terminar em uma neblina violenta. A maior biblioteca do país fica nessa cidade, que é conhecida também pelas comunidades de jovens, os bares e opções de festas e baladas. As opções arquitetônicas da cidade levaram ela a alguns toques ingleses, e por isso este é o lugar do país onde você encontra Pubs típicos, estreitos, amadeirados e com luz quente.

Campo Belo tem a fama de ser barulhenta e pouco parada, mas há o Parque Roxo Queiroz, local de muito verde e Meca monólita das quadras de basquete ao ar livre, a lagoa Oito Mãos, Qua na verdade tem esse nome porque seu desenho lembra (com boa vontade) oito dedos de uma mão, e a uma pequena e inusitada região de savana, onde fica uma grande parte dos suricates do país. Local de preferência de poetas e intelectuais, a região tem historia folclórica, ilustrada em inúmeros livros de ficção, que são homenageados em várias praças e ruas. Campo Belo também é contemplada com um pequeno e funcional aeroporto, sua universidade própria, a Universidade Ortodoxa de Campo Belo, esta especializada na área da comunicação, e o especialíssimo parque de diversões Moreno, gigantesco, sem brinquedos embasbacantes, mas de construção muito bem pensada, que envolve o visitante, pautado nas cores amarela e verde, de forma mágica. O Bosque das Tartarugas é outro espaço que se destaca como local de muitas visitas de jovens e mulheres bonitas, embora esteja atualmente mal conservado.

Podemos destacar a avenida Kemp como local de muita badalação noturna, e prédios bonitos e simples. Em Campo Belo concentra-se a grande maioria da comunidade turca do país, refletida inclusive no seu clube de futebol, o Clube Atlético Campo Belo. Pela mesma razão, é uma região onde mais existe diversidade religiosa no país, e não são poucos os templos e locais de reunião de muçulmanos por Campo Belo.

  • Solar

É uma cidade quase chapada em Tremelec. Sua costa leste é toda frente-a-frente com a ilha vizinha, e isso causou a atração dessa região. Pois assim, é nessa região leste que se concentram as maiores indústrias financeiras da cidade, sobretudo na multiimportante Avenida Gugliota. Cidade Solar é um nome relativamente novo, dado com justiça por ser um lugar que goza de um horizonte fantástico, um pôr-do-sol de fazer inveja. O antigo nome da cidade era Miruna, referência indígena.

Com o novo nome, a cidade ganhou em todos aspectos: ganhou bandeira e brasão personalizados (sol vermelho, fundo amarelo), valorizou as regiões portuárias, dialogando com Feliz Esquina, investiu pesado na qualidade de suas praias, Traviata e Dasdunas, reordenou centros de boemia, e usou o fato do lugar ser um dos berços da dança do Fosforito, para reciclar o circuito turístico na cidade, com shows e eventos em praça pública. Solar é uma cidade cada vez mais jovem e simpática, embora, nas estatísticas, figure como o local de maior foco de desemprego e criminalidade de Monolito.

  • Ficado

É a cidade mais divertida de Monolito. Cidade estreita que mais se aproxima do continente, Ficado, ainda que tenha cordilheiras a oeste, e ainda que tenha baixas temperaturas no inverno e outono, é uma cidade que abriga a paradisíaca praia de Ficado, subdividida em muitas outras praias. Cidade praiana, onde a gastronomia é repleta de frutos do mar, e a população tem muitos surfistas, pescadores e amantes da natureza em geral. Por ser a Cidade mais próxima do continente, Ficado conta em sua geografia parte da história monólita.

Os turistas de Ficado preenchem o espaço das praias e os arredores ligeiros destas, mas, ao longo da cidade, seu miolo e subúrbios infelizmente não contam com turismo, nem com comércio, o que deixa a cidade, relativamente grande em tamanho, com dificuldades econômicas. Essa dificuldade, em uma região que, em teoria, deveria ser uma das mais ativas do país (por ser a mais próxima da América), explica muito a história do país, que viveu tantos anos de costas para o continente americano.

Ilha de Monoeste Editar

É conhecida também como Ilha das aves. Aqui vivem diferentes espécies de aves de rapina, que se aproveitam das áreas de certa altitude, como o condor e a águia-merlim, animal só encontrado nesta parte do planeta. Eles se aproveitam das altas rochas e monolitos para fazer seus ninhos, mas usam a Ilha de Monoleste como uma sala de jantar, se aproveitando da grande quantidade de roedores lá existentes. As montanhas também são o recinto de animais como o antílope-ruão e o auodad.

Monoeste comporta parte importante da história monólita. É nessa ilha que se concentram os Joseenses, povo de ideologia destoante, que luta (ou remói) por uma complexa independência, e torna seu espaço, a cidade de San Jose, uma terra com outros costumes, tanto em língua quanto em gastronomia, arquitetura e religião.

  • San Jose

Cidade que pega todo o espaço norte da ilha, ficando bem próxima a Ilha de Tremelec, inclusive através de uma ponte. Mas, no entanto, o clima entre San Jose e o resto do país não é exatamente cordial. Ranços e brigas do passado explicam inclusive o nome desta cidade: San Jose, o nome antigo do arquipélago.

Na época da Guerra da Chantagem (explicada mais adiante), foi uma região central de concentração de insurgentes sobre a política local, e, principalmente, era um local de controle de trabalho e dinheiro. Até hoje boa parte de seus moradores defendem e cultuam aquela ideologia do passado, no que se considera uma afronta ao monólito e ao país. A arquitetura, costumes e modos de vida, não por acaso, são diferenciados. Estar em algumas regiões de San Jose é como estar em pequenos povoados da Espanha.

  • Macado

Região central da Ilha, é bastante montanhosa, entre monolitos de pequeno porte e rochas secas. Faz uma divisão natural entre o norte joseense e o sul, que herda a questão trabalhista da ilha, como vemos na explicação da própria: Jardim industrial.

  • Jardim Industrial

O Jardim Industrial é a antiga “Corisdi”. Seu nome mudou depois da região se industrializar bastante, como reflexo da cidade de San Jose, que tinha o blefe econômico sobre o resto do país, na época mais aguda do separatismo. Ainda assim, possui, ao sul, regiões de praias, que, embora com temperaturas frias, recebe razoáveis públicos, em colônias de férias ou grandes festejos jovens.

Ilha de Monoleste Editar

É a região mais calma do país. Monoleste, pela distância de grandes centros, é menos habitada e tem menos relevância e interesse por possuir poucas riquezas. Sua população é formada basicamente por missões militares e científicas, interessados em descobrir mais sobre sua pobre vegetação e terreno. Não à toa, lá fica o centro monólito de ciências biológicas, um dos mais avançados complexos laboratoriais do mundo.

Aqui predomina a vegetação típica das pradarias, com gramíneas abundantes, proporciando uma enorme variedade de herbívoros no quadro da fauna. Enormes manadas de bisões existem na Ilha. Eles são quase uma praga na região, e o governo já teve que intervir para que a população não atingisse um nível prejudicial ao equilíbrio ambiental. Hoje ainda existem grandes quantidades, convivendo pacificamente com outros bovinos de menor porte, além de veados e porcos-do-mato, bem como uma grande quantidade de roedores, como a lebre-da-cabeça-chata, o lemingue-anão e o ominsk-da-ilha-oeste, animal endêmico da região, não sendo encontrado em mais nenhuma parte do planeta. Os lobos são os grandes caçadores dessa ilha, se servindo da enorme variedade de alimentos e da falta de concorrência na cadeia alimentar.


  • Nova Luan

Luan era uma região meramente pobre, com rescaldos de povos indígenas e cultura pouco acessível. Nos últimos 20 anos, viu-se, com o Centro Monólito de Ciências Biológicas, uma revolução. A cidade ganhou seu status de turismo, cresceu nela uma Universidade voltada para a biologia, seguida de um pequeno aeroporto, que redimensiona a importância da região, cada vez mais crescente. Quase não há regiões de praia, aqui as fronteiras com o mar são quase sempre rochosas.

  • Mancarto

No rescaldo da história de Nova Luan, Mancarto pode se considerar ainda á procura de sua grande alavanca cultural. É uma região que se destacou na década de 80, na área esportiva, com seu complexo esportivo, que ainda hoje é usado, como o estádio Tradicional de Monoleste. Nas regiões mais afastadas, podemos localizar em Mancarto algumas tribos indígenas, e, além disso, Mancarto conta com uma mal cuidada cidade da filmagem, a CidFilm, local que deveria ser usado para a produção cinematográfica do país.

Em Mancarto existe uma certa corrente de “neo-joseenses”, isso é, uma boa comunidade de pessoas que deixou San Jose, e tenta manter, em Mancarto, a ideologia de separação e culto ás culturas, idiomas e políticas bespenhas. Não por acaso, estas pessoas estão na região mais indígena e mais religiosa do país. Assiste-se hoje a uma rusga constante na região.

  • Laos

Uma simpática cidade ao oeste, com bairros aconchegantes, que dão valor ao espaço, no que podemos chamar de “vida de bairro”. Os “neo-joseenses” também estão em Laos, uma cidade de população parca, mas de alguns pontos periféricos de população maior que o ideal. É um pouco preocupante o índice de violência dessas regiões, mas, de maneira geral, Laos se vale de suas mais tradicionais ruas e avenidas para estabelecer seu carisma.

Fauna, Arquitetura, Cultura e Outros Editar

  • (FAUNA E FLORA)

O Arquipélago Monólito é um caso único no Planeta Terra. Suas quatro ilhas possuem diferentes tipos de ecossistemas, e biomas totalmente antagônicos. Passear de uma para outra é como ir de um continente a outro, num piscar de olhos. Isso só é possível graças à influência ímpar de correntes oceânicas neste pequeno pedaço do oceano atlântico, gerando alterações climáticas sensíveis dentro de poucos kilômetros. Graças a isso, a variedade de animais neste país é uma atração á parte. Arquitetura, sotaques e estilos humanos parecidos, para uma natureza, fauna e flora bem diferentes.


  • (CARACTERÍSTICAS HUMANAS) –

A maior parte dos habitantes do país concentra-se principalmente nas partes mais baixas da ilha de Tremelec e Chinito, e no norte de Monoeste, e isso pode ser notado por serem, estas regiões, detentoras da maior fatia da economia do país, concentrando capital e pessoas, junto de Feliz Esquina, no norte de Tremelec. Esses três pontos estratégicos da concentração humana em Monolito podem ser avaliados inclusive pelo volume de ponte e até túneis que as ligam. Basta citar a Ponte Tremelec-Monoeste, ou o imenso túnel Rodrigo Amarante, que liga Chinito a Tremelec, para não falar das rotas aéreas, que minimizam este espaço entre elas.

  • (VEGETAÇÃO) –

As três maiores ilhas são de origem vulcânica e desmembraram-se da América do Sul em meados do período Paleogeno. As grandes campinas, formadas principalmente por trevos de quatro folhas, são capazes de atrair um número cada dia maior de turistas até a região, já conhecida como a Irlanda Antártica. As atuais formações geológicas também decorrem deste período e são todas ilhas vulcânicas de solo rico, à exceção do cristalino que deu origem a Monoleste. A ilha mais a leste do arquipélago possui características mais próximas dos desertos sul-africanos.

  • (ARQUITETURA E URBANISMO) –

Da história do país, pouco se vê, na arquitetura, influência da época indígena, a não ser a localização – o seculo XX foi pródigo em reformas completas de móveis e construções. No entanto, as cidades cresceram, em termos de urbanização, com forte indução das estradas e caminhos desta época. Dessa forma, o desenho da época indígena de Monolito mapeia também o presente das cidades, o que é prejudicial para a comunidade indígena, que foi substituída pela sociedade urbana e pouco conseguiu se refugiar em regiões menos povoadas. Nos últimos 20 anos, Monolito viveu uma revolução na estratégia urbanística.

Com seus centros comerciais saturados e suas áreas tradicionais fustigadas pelos outdoors e propagandas livres, criou-se um novo planejamento, com leis de restrição publicitária e incentivo à conservação de fachadas. O que se tem hoje é uma uniformidade de boa parte dos estabelecimentos comerciais, praças agradáveis, bares, restaurantes e praças com um charme natural e simples. Isso enriqueceu as áreas, causando valorização imobiliária. À parte os centros de industria e regiões de prédios (centros de Tremelec e Campo Belo), cresce cada vez mais o número de casas sem portão, com jardins valorizados, bairros bem concebidos cada vez mais estão bem habitados, e os condomínios não representam mais uma agressão visual. Ainda falta ao país um melhor sistema de transporte público. Mesmo com as recentes criações de túneis e pontes, o crescimento dos grandes centros do país carece de malha ferroviária mais renovada e maior quantidade de linhas de ônibus.

Merece destaque também a Tenda das Chaves, bairro que pode ser colocado na mesma categoria de La Boca, em Buenos Aires, ou Pelourinho, na Bahia, como espaço onde a pobreza impera, mas, no entanto, existe uma mística e uma formação natural das coisas que transformam o espaço em uma civilização á parte. Outro destaque está no que tange a arenas esportivas, que fizeram parte do investimento de Alcha na decada de 60, num de seus maiores acertos, onde ele aproveitou o prodigioso momento da arquitetura do continente, e investiu em reformas e levantamentos de novas praças esportivas, criando uma cultura incentivadora a estas práticas. A herança disso é o bom funciomaneto de uma serie de estádios, ginásios e mesmo autódromos.


  • (CULTURA) –

Identifica-se como principal expressão musical de Monolito, um ritmo curioso de bastante percussão, que se assemelha á salsa, mas que, no entanto, não parece ter raízes africanas ou mesmo indígenas. Chamado de Fosforito, o ritmo, que conta também com elementos de corda como harpa e violão, é característico também pelas cadências de teclado e/ou piano, que conferem ao Fosforito uma alegre expressão musical. A dança do fosforito precisa de espaço, e é feita com combinações firmes e enérgicas de passos para trás e pra frente, sempre levantando e dobrando bastante os joelhos, e usando as mãos fechadas e encostada nas costelas. Outros sons que graçam no país são o merengue, o zouk, o uso de bongôs, carróns e gaitas são recorrentes, e existe um cenário de rock de periferia bastante forte. Depois da decada de 80, o soul music ganhou um cenário fiel no país, também. Tim Maia, músico brasileiro, foi um ídolo máximo em Monolito, na época em que morou – e foi preso duas vezes – no país, entre 1979 e 1985.

Na área da literatura, Monolito encontra na sua já famosa tendencia a formação de comunicólogos, a explicação para ser um país pródigo em livro-reportagens, produções de fôlego, e outras publicações factuais, valendo-se sempre de narrativas literárias em seus relatos jornalísticos. Ainda assim, uma significativa comunidade até hoje dá vida a um movimento forte no país, ocorrido na decada de 1980, que primava pela literatura utópica, os romances e a poesia. O país mantém uma tradição de possuir saraus públicos, além de cafés filosóficos em parques, ou mesmo diretórios de teatro amador. O amplo espaço do complexo Princesa de Tremelec, possui três mini-arenas para trabalhos artísticos da juventude. A imprensa foi exercitada toda uma vida para manter um ritmo de produção sagaz e detalhista, e o faz com competência reconhecida no mundo.

As influencias culturais de Monolito, diferentemente de grande parte da america do Sul, não são próximas às indígenas. O controle espanhol no país fez miséria com esse nicho. Ainda assim, o folclore mais popular do país provém dos indios locais: é o Boi 18. Essa lenda afirma que existe um boi (hoje uma figura abastrata, e não um boi fisicamente) trabalhando pelo azar de pessoas mal-humoradas ou indóceis. Esse boi dá sinais á pessoa nos dias múltiplos de 6, para que ela tente ser mais criativa e proativa. Caso a pessoa não siga o “conselho”, quando chega o dia 18, um sinal claríssimo é detectado pela pessoa, que acaba sendo condenada a 18 anos sem criatividade, entusiasmo e determinação. O termo entusiasmo (Ter os deuses dentro, no grego antigo) é levado a serio em livros antigos do país, e esta lenda explica um pouco do lema do país, “faza la diferenza” (faça a diferença), isso é, mostra como Monolito prima por encorajar o povo a ter cultura e entusiasmo.

Em 2007, o Presidente Luiz Alborghetti trocou o lema do país, para “à família, o pai; Ao trabalho, o chefe; à sociedade, a pátria”. O novo lema causou polêmica e foi rejeitado por minorias, intelectuais, feministas e operários, que são claramente desprestigiados na nova ordem de Alborghetti.

O idioma do arquipélago é o monólito, língua que, no Brasil, poderia ser chamado de Portunhol (maneira como eles afirmam ser a mistura do portugues com espanhol). Com as bases linguisticas pautadas no espanhol, o idioma monólito sofre influências do português e do turco, este ultimo graças a um esforço insano no passado feito pela comunidade turca no país. É de se ressaltar também os dialetos ao longo da história, que repassam ao idioma algumas heranças, como os detalhes de escrita e fonética bem singulares (um exemplo: o Za Ze Zi, em substituição ao Sa Se Si,que se pronuncia Tsa Tse Tsi). O francês, por conta de uma inssossa participação na história da colonização do país (refletida em alguns sobrenomes até hoje), é um idioma que foi pouco usado em Monolito há tempos atrás. Hoje existe uma mínima influência dela na grafia local. Praticamente não há analfabetismo em Monolito, e o estudo é obrigatório e gratuito até os 15 anos.

Monolito x Argélia Editar

Monolito e Argélia se odeiam. Explica-se o contexto. Sabe-se que ao lado da Argélia, existe um país chamado Obladih (não-confuso), de boas relações com Monolito, mas não com a Argélia.

Sabe-se que a comunidade turca em Monolito é numerosa. Daí, temos 2 coisas. A primeira define Obladih como país avesso histórico ao islã, motivo pelo qual, em meados de 1920, os territórios obladecos, não-islâmicos, e argelinos, islâmicos, foram motivo de guerra, conflito este que não nos aprofundaemos.

A outra dá conta de uma possibilidade de nós termos, em Monolito, com a comunidade turca, uma porta aberta para o islamismo, e uma consequente boa relação com países islâmicos, como a Argelia.

Monolito abrigou, no passado, algumas comunidades provindas da Argélia, por incentivo direto das bem-sucedidas famílias turcas no país. Segundo relatos, famílias influentes religiosas dos 2 países trocavam informações muito boas a respeito do arquipélago de Monolito como base para entrar na America com o Alcorão debaixo dos braços. É esse o maior motivo de sobrenomes franceses serem vistos até hoje em Monolito, bem como a herança leve na grafia do idioma moderno monólito (a Argélia é colônia francesa).

No entanto, à época (1920), Isabel II de Espanha, que comandava o arquipélago, emitiu comunicado oficial de apoio a Obladih nos confrontos contra a Argélia. Mais que isso, ofereceu ajuda financeira, além de abrigo a refugiados. Isso causou um problema diplomático com os argelinos residentes em Monolito, que fizeram protestos contra a "intervenção" espanhola na batalha.

A animosidade cresceu quando populares monólitos hostilizavam espontaneamente as famílias argelinas, e até mesmo as turcas, posto que eram quase uma comunidade só, voltada ao culto do islamismo num território claramente católico, por influência espanhola. A maior marca que os argelinos deixam em Monolito é mesmo a descendência francesa que se instaurou e multiplicou depois de duas ou três gerações. Depois de 7 anos de guerra na África, as relações monólitas eram ótimas com Obladih, mas pessimas com a Argelia, até porque criou-se uma cultura popular de preconceito com os africanos islâmicos.

Os muitos anos que se seguem são de desenvolvimento em Monolito, sem maiores conflitos diplomáticos. Em 1958, Pedro Alcha, um socialista, consegue, através de uma guerrilha, depôr o governo monólito e assumir o poder, o que reacende uma briga feroz, pois parecia ser seu plano 1 condenar o culto islamico, cada vez mais fanático na comunidade turca (reforçada por poucos argelinos).

Verdadeiras atrocidades são feitas contra essas comunidades, razão pela qual o socialismo até hoje é visto de forma nada amigável no arquipélago. Após os confrontos que tentaram derrubar a rebelião alchiana, Monolito ganha independencia reconhecida, em 1960, com Pedro Alcha, vitorioso na batalha, no poder absoluto.

É o bastante para o islamismo desgraçar no território. No decorrer da década de 60, o culto perde cada vez mais espaço, e o maior exemplo de resistencia já não é religioso, mas sim esportivo: um time de futebol, o Campo Belo, nasce, fundado por familias turcas.

Na década de 70, com o esporte nascendo no país, o bem sucedido exemplo do Campo Belo mostra-se popular entre todos, pois torna-se um exemplo de esporte, saúde, e não de confronto e guerra religiosa.

Não para Alcha, que insiste em fazer afrontas e ameaças ao movimento vindo deste clube. Já na segunda metade da decada de 70, o futebol monólito assiste a uma partida que talvez nunca precisasse ser feita. Após Monolito e Argelia terem se enfrentado, na cidade de Tremelec, uma batalha campal envergonhou as duas bandeiras. Pedro Alcha fez declarações ofensivas a todo o povo argelino, o que foi respondido pelo país africano, e replicado em forma de pronunciamento oficial por Alcha, admitindo ser a Argelia uma "terra ignorada e deprezada por Monolito".

Acontece que, em 1979, Pedro Alcha morre, e dá espaço a uma nova história política no país, esta certamente mais leve e desinteressada em tolher religiões e culturas.

Mas Monolito e Argelia entram na decada de 80 ainda de caras viradas. Politicamente, as coisas melhoram. Mas, no futebol e no esporte, ficou estabelecida uam das maiores rivalidades do futebol mundial.

Religião e Política Editar

(RELIGIÃO) – Nominalmente, 91% da população de Monolito são considerados católicos (ortodoxos gregos, católicos romanos e protestantes). O restante da população (9%) pertence a outras religiões, principalmente islâmicos. Monolito possui uma forte tradição secularista. Embora o Estado não promova nenhuma religião, observa de modo constante o relacionamento entre as diversas fés. A constituição proíbe a discriminação com base na religião e prescreve a liberdade religiosa. Por outro lado, veda o envolvimento das comunidades religiosas no processo político-partidário.

(POLÍTICA) – A constituição monólita prevê uma presidência forte, sujeita ao controle judiciário e legislativo. O presidente, que é ao mesmo tempo o chefe de estado e o chefe de governo, é eleito por voto popular para um mandato de cinco anos, sendo o vice-presidente eleito no mesmo boletim de voto. O governo é composto por treze ministros, nomeados pelo presidente, que dirigem departamentos executivos, e mais 4 Chefes de Ilha, cada um com o controle particular das relações de uma Ilha do arquipélago.

O parlamento monólito é a Assembleia Geral, que consiste de um senado de 25 membros, que é presidido pelo vice-presidente da república, e uma Câmara de Representantes de 63 membros. O tribunal mais elevado é o Supremo Tribunal. Abaixo dele encontram-se os tribunais de apelação e tribunais inferiores, e os juízos de paz. Existem também tribunais eleitorais e administrativos, um tribunal de contas e um sistema judicial militar

Texto de cabeçalho Editar

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