FANDOM


1980: um mata-mata diferenteEditar

Deixando de lado o anacrônico sistema de jogo-desempate, a FPD adotou uma nova medida de decidir os classificados no mata-mata: o placar agregado. Somar-se-iam os placares dos dois jogos, nas fases de mata-mata, e o vencedor passaria - em caso de empate, seriam disputados pênaltis.

A fórmula do campeonato também mudou. Foram incluídos oito times; as 48 equipes foram divididas em oito hexagonais, que jogavam em ida e volta dentro de cada grupo. Os dois primeiros de cada avançavam às Oitavas. As novas regras atraíram atenção e o campeonato transcorreu bem, com apoio e sem polêmicas.

Pela primeira vez na história ocorreu um Superclássico na decisão. A Fonte foi dividida meio a meio em ambas as partidas; após um 0x0 e um 2x2, a taça foi decidida nos pênaltis. O Americano levou a melhor e conquistou um dos mais comemorados títulos de sua história.

1981: Mais um pequenoEditar

Em 81, a FPD manteve o regulamento, com um porém: quatro das 48 vagas foram definidas numa seletiva com 32 clubes, em mata-mata. O campeonato propriamente dito foi um festival de competitividade dos times pequenos; Neoatlense, Internacional, Santa Madalena e Sport de Labattes conseguiram chegar às Quartas. O Inter venceu duas vezes o Neoatlense; o Madá, após vencer em casa por 2x0 e tomar 4x1 fora, foi limado pelo Americano; o alvinegro labattiano acabou saindo após uma derrota e um empate diante do Atlético da Ilha. Atlético e Inter fizeram o clássico nas semifinais; em dois jogos de estádio lotado, as equipes empataram. Nos pênaltis, o Inter acabou levando a vaga. Pegou o Americano na decisão; jogou na retranca, e, depois de dois 0x0, foi campeão nos pênaltis. Um título inédito e surpreendente; mais um pequeno na fita.

1982: 58 equipesEditar

A FPD inchou novamente a Liga, fazendo uma competição com o estranho número de 58 participantes. Estes foram separados em quatro grupos: dois com 14 (os 28 times de melhor histórico) e dois com 15. As equipes jogaram só de ida dentro dos grupos; passaram sete times de cada grupo. Os 28 classificados dividiram-se em sete quadrangulares de ida e volta, onde passava o líder mais o melhor segundo colocado; os 8 sobreviventes faziam mata-mata.

Nessa competição, o Santa Cruz foi avassalador. Passou facilmente da primeira fase, foi líder de seu quadrangular na segunda; nas Quartas, deu impressionantes 4x0 no Olímpico fora de casa e empatou dentro. Nas semifinais, bateu o Cinco de Setembro; pegou na decisão o arquirrival, que havia eliminado com autoridade o Atlético da Ilha na semifinal. O derby mendozano terminou em 3x1 para o Santa na ida, 1x0 para o Sport na volta. Santa Cruz campeão.

1983: complicandoEditar

O número de participantes voltou a subir: este ano foram 66. O regulamento também piorou: os clubes foram divididos em seis grupos de onze, jogando só de ida nas chaves. Os 49 melhores times desta fase, independentemente dos grupos, mais o eliminado de melhor média de público, avançaram. Os 50 classificados foram redistribuídos em dez pentagonais, ida e volta; o líder de cada pentagonal, mais outros seis times de melhor campanha somadas as duas fases, avançavam. Os 16 sobreviventes faziam mata-mata até o fim.

No meio desses 16, apareceram várias equipes tradicionais, porém pequenas, como Groove, Portuguesa e Assuan, que há muito não dava as caras em fases finais de nacional. O Groove ficou, mas Lusa e Assuan passaram e se pegaram nas Quartas. A Portuguesa passou por um gol. Nas semifinais, Lusa x Santa Cruz e Olímpico x Americano. O Olímpico venceu os dois jogos e avançou; na outra chave, o Santa bateu a Lusa por 2x0, mas, na volta, um Sagrada Colina superlotado viu a Portuguesa dar 3x1 e passar nos pênaltis. Na grande final, o primeiro jogo ocorreu na Fonte, assistida por 26.784 pagantes, o maior público da história da Lusa. O jogo foi 1x1. Na volta, no Modelo completamente tomado, o jogo ficou no zero a zero; nos pênaltis, a Portuguesa foi campeã. Muita festa dos lusos.

1984: o ano derradeiroEditar

A FPD, sem conseguir conciliar os interesses dos clubes que desejavam regulamentos diferentes, acabou fazendo uma sujeira nunca vista na história do futebol panteciano. Fez uma competição com 86 clubes, divididos em módulos:

  • Módulo Cinza: os 20 clubes que não haviam participado no ano anterior. Os times foram divididos em dois grupos de dez, jogando um grupo contra o outro uma vez; também avançaram para a próxima fase os três primeiros de cada grupo mais os dois eliminados de melhor média de público. Os oito classificados jogaram um mata-mata que definiu o campeão (América de Novo Tempo); os três melhores avançaram À fase final.
  • Módulo Branco: foram 26 clubes, sendo eles os oito melhores mais os 18 piores do ano anterior, divididos em dois grupos, que jogavam só de ida. Os três melhores de cada grupo avançaram À fase final, e os dois líderes decidiram o módulo (Cinco de Setembro e Santa Cruz, com vitória do Cinco). Este módulo era um prêmio às boas campanhas do ano anterior, mas, como se poderia imaginar, foi um fiasco, pois os times ali alocados pelas boas campanhas em 83 dominaram completamente seus grupos, não dando qualquer chance aos times de baixo índice técnico.
  • Módulo Vermelho: teve os 40 clubes restantes. Estes foram divididos em cinco octogonais; os times jogaram dentro dos grupos em ida e volta. Os líderes dos grupos, mais o melhor segundo colocado, avançaram à fase final.

Para piorar ainda mais a loucura, o regulamento previa que, dos 71 clubes eliminados na fase de módulos, os 10 de melhor aproveitamento e os 6 de melhor média de público fizessem uma repescagem em mata-mata, classificando um clube para a fase final.

Se na fase final tínhamos 16 clubes, a FPD deu um jeito de tornar esdrúxula a fórmula com um número tão simples. Dividiu a fase em dois turnos: no primeiro, as equipes dividiam-se em dois octogonais, jogando dentro dos grupos só de ida, mais um jogo com um time sorteado do outro grupo. Os dois primeiros de cada grupo fizeram semifinais e final. No segundo turno, as equipes jogaram em quatro quadrangulares, passando o líder de cada para semifinais e final.  Os dois campeões de turno - Olímpico e Atlético da Ilha - fizeram a grande final. O Olímpico venceu as duas partidas e foi campeão.

1985: sem campeonatoEditar

A FPD ruía. Se já não conseguia gerenciar perfeitamente todos os esportes do país e a pressão por um desmembramento era grande, com a crise do futebol, a coisa ficou insustentável. Muitos clubes reclamaram do regulamento e ninguém se entendia sobre como deveria ser a Liga da Pantécia dali em diante. Em meio às confusões, a temporada foi atrasando, e, no final de março de 1985, um decreto do governo federal retirava da FPD o poder de organizar oficialmente o futebol panteciano, rompendo oficialmente o vínculo da entidade com os clubes e acabando com a primeira parte do problema, que era a relação entre a FPD e os times.

Mas o que fazer então? Os clubes iniciaram discussões com o governo a fim de criar uma nova entidade de gerenciamento do futebol panteciano, mas as discussões transcorriam de forma muito lenta. Alguns clubes chegaram a parlamentar em separado a fim de criar uma entidade própria, mas a ideia não vingou, e, em setembro, foi oficialmente fundada pelo governo a Federação Panteciana de Futebol, a FEPANTEF, que passou o resto do ano planejando a estrutura do que deveria ser o futebol do país.

1986: o recomeçoEditar

A Liga da Pantécia voltou no ano seguinte. Reuniu os 24 clubes de melhor campanha na história da competição; outros 64 compuseram uma competição "de consolação" chamada Taça Presidente, que era em dois turnos, mata-mata. Na Taça Presidente apareceu a então recém-criada Petrogás, que foi eliminada na segunda fase num turno e nas Oitavas em outro.

A Liga dividiu os times em dois grupos; os times jogavam em ida e volta dentro das chaves e os quatro primeiros de cada avançavam para um mata-mata. O regulamento foi bem aceito e a competição transcorreu sem maiores problemas, tendo inclusive uma boa média de público. No fim, deu Cinco de Setembro, campeão novamente após 9 anos.

1987: nova fórmulaEditar

A FEPANTEF não trocou participantes, mas mudou o regulamento: desta vez, passavam sete times de cada chave e os dois oitavos colocados faziam um quadrangular com campeão e vice da Taça Presidente, o qual classificaria duas equipes para as Oitavas-de-final, junto aos outros catorze já qualificados.

Da Taça, vieram o campeão América de Novo Tempo e a vice Petrogás, que pegaram Porto Fundo e UNITAZ no quadrangular. Portofundenses e petroboys passaram de fase. No mata-mata, a Petrogás acabou eliminada, mas o Porto Fundo surpreendeu e derrubou o Santa Cruz. Nas Quartas, enfrentou o intrépido Internacional, e, após dois empates, passou nos pênaltis. As semifinais foram Porto Fundo contra Olímpico, Sport de Mendoza contra Americano. A primeira chave terminou com ambas as partidas em zero a zero e os celestes passando nos pênaltis; na outra, o Sport venceu ambos os jogos com folga, surpreendendo o país. Na decisão, o Olímpico fez jogo duro em casa e segurou um empate, mas, no Mendozão, o Sport deu 5x2 com facilidade e sagrou-se campeão.

1988: o ano do MadáEditar

A Liga da Pantécia voltou a ser realizada com os mesmos 24 clubes, mas, desta vez, passavam de fase sete times de cada grupo, sem "repescagem", e o lanterna de cada perderia o direito de participar da Liga 89. Campeão e vice da Taça Presidente ganhariam esse direito e também entrariam nas Oitavas-de-final da presente edição.

A Petrogás foi de novo vice da Taça Presidente, desta vez para o Colégio Estadual. Nas Oitavas, enfrentou o Cinco de Setembro: primeiro confronto da entre petroboys e o Cincão na história de campeonatos nacionais. Foi derrotada no placar agregado. O Colégio pegou o Santa Madalena, empatou em casa e tomou 4x0 no Sarrafão.

O Madá começou a botar a cabela de fora. Nas Quartas, enfrentou o Atlético da Ilha, rival regional, e empatou os dous jogos, classificando-se nos pênaltis. Nas semifinais, veio o valente Neotempino, que fazia a melhor campanha de sua história; o Madá deu 2x1 fora de casa, empatou dentro e foi à grande decisão, contra o Cinco de Setembro. Com o Sarrafão superlotado, bateu o gigante pelo placar mínimo; na Fonte, tomou 2x1, mas nos pênaltis, garantiu um título inimaginável.

1987: um novo regulamentoEditar

A FEPANTEF incluiu mais 8 clubes, classificados pelos Regionais, e nesse bolo acabou vindo a Petrogás. Os 32 times foram divididos em quatro octogonais; jogavam em ida e volta dentro do octogonal e só de ida contra outro grupo específico. Os dois primeiros de cada passaram ao mata-mata.

Interferência de bloqueador de anúncios detectada!


A Wikia é um site grátis que ganha dinheiro com publicidade. Nós temos uma experiência modificada para leitores usando bloqueadores de anúncios

A Wikia não é acessível se você fez outras modificações. Remova o bloqueador de anúncios personalizado para que a página carregue como esperado.

Também no FANDOM

Wiki aleatória