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República Democrática de Iwakorá

"Nación, Libertad e Igualdad (Nação, liberdade e igualdade)"

Bandeira.jpg
Brasao.png
(Bandeira) (Brasão)
Gentílico Iwakorae
Capital Beikorá Capital
Maior Cidade Beikorá Capital (750.000)
Língua Oficial Espanhol
Governo: República Presidencialista
Chefe de estado: Presidente Hugo Marecos
Independência

da Espanha

em 21 de Maio de 1809 (Proclamação)

10 de Fevereiro de 1810 (Vitória na guerra de independência)

Area 37.230 km²
População 5.890.200
Moeda Crucero Iwakorae (¢)
Código (País) IWK
Clima Oceanico - Cfb
Fuso Horário (UTC + 12)

A República Democrática de Iwakorá é uma país arquipélago, localizado no Oceano Pacífico, cerca de 145 km a leste da Nova Zelândia.

História pré-independencia (1693 - 1806) Editar

Em 1693, a Ilha de Beikorá (nomeada Isla Pacifica pelos navegadores) é descoberta por navegadores espanhóis, interessados em ampliar seu império tambem nas areas do pacifico sul. Ao chegar, fizeram contatos com nativos locais e não descobriram nenhuma matéria prima que fosse útil aos propósitos espanhóis. Decidiram voltar para a Espanha e ignorar a existência dessa ilha. Anos depois surgiu a idéia de utilizar a ilha distante como um exílio para "indesejados" com dito na época. Foram levados na caravela Santa Ana ladrões, prostitutas e órfãos, entre eles Miguel Ruiz Alvarez, um órfão de 12 anos. No desembarque da caravela, registra-se o célebre diálogo entre o Capitão e um dos exilados, que teria dito "Que Deus esteja conosco", enquanto o capitão respondeu "não existe Deus para vocês".

A chegada e o contato com os nativos foi pacífica, com cooperação dos dois lados, com o desenvolvimento do hablar mestizo, um idioma crioulo. É fundada a Villa de Nueva España (atual Beikorá Capital) e todos os acontecimentos são relatados no diário de Ruiz Alvarez, que era um dos poucos alfabetizados no momento do desembarque. A Ilha permanece 53 anos isolada do contato com os europeus, desenvolvendo uma miscigenação e um sistema surpreendentemente igualitário.

Em 1753, os espanhóis voltam para colonizar a ilha, temendo o imperlaismo inglês, que dominava vários territórios no pacífico sul, porém não conheciam a Isla Pacifica. Logo fundam Santiago, para administrar as ilhas, e povoam Jubkorá, que até então não tinha presença de população nativa. As tensões começam logo com a chegada dos europeus, que procuraram destruir tradições locais a todo custo, além de tentar impor o cristianismo depois de meio século com a população local vivendo sem nenhum tipo de crença. A convivência foi bastante conflituosa, com as primeiras revoltas não tardando a acontecer. Em 1759, depois de anos de conflitos e tensões crescentes, Ruiz Alvarez foi assasinado e os espanhois foram intensificando o ensino da religião e o espanhol “puro”, apagando o hablar mestizo. Um breve período de calma, ainda que abafada pela repressão aconteceu atéo final do século XVIII. Em 1803 acontece a Revolta dos Antepassados (Revuelta de los antepasados), exigindo antigos direitos, especialmente o fim das questões religiosas. Nessa revolta, surge a liderança de Jorge Luis Gatini, figura presente nas questões políticas do país a partir daí. A revolta termina com a prisão de Gatini e sua ida para o exílio na Nova Zelandia.

A tensão nas Islas Pacíficas não para de aumentar, com pequenos conflitos quase cotidianos e o número de prisões aumentando, desembocando no Atentado de Santiago, em 1806, com o incêndio da igreja principal e o sequestro de D.Araújo, líder da Igreja Católica nas Ilhas. Os sequestradores exigem a volta de Gatini ao país em troca do Bispo. A resposta dos espanhóis vem na chacina de 10 de Agosto, onde civis foram assassinados, em número estimado de 150

Luta pela Independência (1806 - 1810) Editar

Dez líderes locais conseguem escapar para a Nova Zelandia, juntando-se a Jorge Gatini. Decidem voltar ao país e lutar pela independencia definitiva. Em 8 de Abril de 1809, voltam ao país, junto com uma tropa de voluntários neozelandeses, encontrando uma situação ainda mais delicada e tensa nas ilhas. Conseguem vitórias rápidas e decisivas, pelo amplo apoio da população e as armas mais avançadas dos neozelandeses. Os espanhois sofriam com a distância da metrópole, e a situação ficou mais complicada quando Santiago foi sitiada no dia 10 de Maio.

Depois de 11 dias com escassez de todos os tipos de provisões, civis abandonando a cidade e muitos militares debandando, os revolucionários tomam o palácio de governo, declarando a independencia nacional em 21 de maio. Fundação de Nueva Vallecas para proteger o país das invasões e a definição de Beikorá como capital nacional. A Espanha tenta duas vezes invadir a Ilha para recuperar a soberania, ambas frustradas. Pela invabilidade da luta, devido à grande distância, os espanhois aceitam a independencia sem restrições no dia 10/2/1810, em troca da libertação dos últimos militares ainda presos.

Independência: I Regime Militar e democracia (1810 - 1895) Editar

É criado o congresso patriótico, que entre outras coisas decide renomear o país e as provincías com os nomes antigos, conforme indicado no “Diário da vida no pacífico”, de Ruiz Alvarez. Como uma prova da amizade com os espanhóis, todas as cidades fundadas por espanhóis tiveram os nomes mantidos e as ilhas menores foram batizadas com nomes cristãos (Santa Fé, Santa Maria e Isla Navidad)

A democracia foi instituída no país com sucesso, e as eleições foram respeitadas durante 15 anos, quando ocorreu o primeiro golpe militar, no dia 2/6/1815, que foi de curta duração, pois logo se encaminhou para a Guerra Civil, que se estendeu de 1815 até 1821, com a vitória dos gatinistas e o retorno á democracia.

II Regime Militar e contestações (1895 - 1930) Editar

No período de 1822 á 1895 a democracia vai se consolidando e o país segue com avanços sociais. Algumas decisões, como a taxação progressiva e a obrigação do exercito em fazer trabalhos voluntários desagradavam as elites e as forças armadas do país, e um segundo golpe de estado aconteceu no ano de 1895

O Segundo Regime Militar foi mais longo, se estendendo até o ano de 1930, sendo relatados vários abusos de direitos humanos, pessoas desaparecidas e torturas (os documentos encontrados falam em aproximadamente 4mil mortos). As reações não demorariam, começando com algumas passeatas pela volta à democracia, dispersadas sempre de forma violenta pela polícia.

Em 1912, Diego Gatini, neto de Jose Luis, escreve “Republica Democratica de Iwakorá”, uma ficção que enfatizava a importancia da democracia. Vai preso e desaparecido. Sua obra, porém, serviu de base para organizar os grupos revolucionários. O MIR (Movimiento Iwakorá Roja) e o DA (Democracia Amplia).O primeiro destinado à luta armada e o segundo com o objetivo de conseguir vitórias utilizando a estrutura do regime. Com o passar dos anos, se integraram, passando o MIR a ser o braço armado do DA.

Acontece a greve geral de 1918, com paralização de todos os trabalhadores do país pelo período de 15 dias, terminada com o assassinato de líderes sindicais e a introdução de comandantes ligados ao regime. Um ano depois, em 1919, foi a vez do MIR, com os Atentados de 1919. Em Fevereiro, explode uma bomba no palácio presidencial, matando 8 pessoas. Em Abril, o avião do presidente Rodolfo Más explode, mas apenas o piloto e o copiloto estavam voando. Em Junho, casas de grande empresários que financiavam o regime também são atacadas, além do jornal oficioso do regime, o La Nacion. A sequencia de atentados causa panico na sociedade, mas cartas anonimas garantem que “Só os inimigos do povo sofrerão”. O regime começa uma caça aos responsáveis, porém a tentativa se mostra fracassada, arranhando a reputação do governo, que começa a se ver obrigado a ceder em alguns pontos, e em 1921 promove os Dialogos por la Democracia, com o objetivo de debater com a sociedade civil questões de direitos humanos. O DA não foi convidado, muito menos o MIR. Líder sindicais, imprensa e líder do governo decidiram reabrir o congresso e ceder no campo dos direitos humanos, anulando a pena de morte e dando o direito ao habeas corpus.

O MIR muda o alvo, começando uma guerra civil nas provincias do interior (Jubkorá e Territorios Menores) sob a liderança de Miguel Luis Huachi. Os revolucionários conseguem o apoio das populações locais, conseguindo assim conquistas importantes. Começa a Guerra de los 9 años, entre o MIR e o governo militar. As táticas de guerrilha vão dando certo e desgastando o exército e diminuindo a moral, enquanto que o apoio popular aumenta. Em 1925, todas as ilhas estão sob controle revolucionário, menos a principal, Beikorá. Nos anos seguintes, a luta torna-se praticamente urbana, com os revolucionarios tendo bastante sucesso no uso de ataques internos, causando grandes dificuldades ao exército. Em 3/5/1930, os revolucionários tomam o Quartel I, localizado na capital nacional, dando fim à guerra. Militares responsáveis por torturas são levados à julgamento e condenados á prisão perpétua

Iwakorá Comunista e o retorno à democracia (1930 até hoje) Editar

Começa o período da Iwakorá Comunista e entra em vigor a constituição vermelha. O novo governo se dedica à reconstrução do país no pós-guerra e na instalação da estrutura do sistema socialista. Em 1932, Huachi é assassinado e o país parece destinado a afundar em outra guerra civil, até que o Democracia Amplia reúne todas a organizações políticas do país para chegar a um ponto de acordo, no Acuerdo de Hermanos, que invalida a constituição vermelha, retoma a democracia e acaba com o exército. O Juramento de Democracia eterna entra em vigor e é proclamada a Republica Democratica de Iwakorá.

Os anos seguintes são dedicados à reorganizar o país e levar adiante as políticas de avanços sociais em todos os âmbitos. Domínio do Partido Socialista Iwakorae, ampliado com a política de “Todo para todos”, iniciada nos anos 80, especialmente no nome de Hugo marecos, presidente da república por vários mandatos. Em 1968 é retomada a pesquisa sobre o hablar mestizo, com o objetivo de torná-lo segunda língua, mas pelas poucas fontes, o projeto foi arquivado, tornando-se apenas uma questão cultural muito valorizada no país

Religião, Feriados e Economia Editar

Religião A RDI é oficialmente um estado laico, permitindo no entanto qualquer religião


☀A RDI é oficialmente um estado laico, permitindo no entanto qualquer religião
14% Cristianismo (não há distinção no censo entre as vertentes)
6% Judaísmo
2% Islamismo
1% Outras religiões
77% sem religião

Feriados Posse de Miguel Huachi (19 de Fevereiro)


Retorno de Jorge Gatini (8 de Abril)


Dia do Trabalho (1º de Maio)


Independencia Nacional (21 de Maio)


Chegada de Ruiz Alvarez (18 de Junho)


Semana dos Herois da Pátria (Segunda semana de setembro)

Economia

☀Moeda: Peso Iwakorae (I$) (R$ 0,35)

Exportação de coco e açúcar. Pesca Turismo Ferro, ouro e prata em pequenas quantidades. Petróleo começando a ser explorado Indústrias de alimentos, bebidas e texteis. Pesadas e tecnológicas em menor concentração Agricultura familiar subsidiada pelo governo abastece o mercado interno. Fazendas estatais reforçam o mercado interno e produzem pra exportação

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