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Escócia Austral
Commonwealth of Austral Scotland
Bandeira da Escócia Austral Brasão de Armas
(Bandeira) (Brasão de Armas)
Lema: Scientia vinces (Vencerás pela ciência)

Hino: The Austral Will

Mapa
Gentílico Austral-escocês
Capital Quina
Maior Cidade Quina
Língua Oficial Inglês
Governo:

- Monarca
- Chanceler

Monarquia Constitucional

Elizabeth II [1]
Abigail McGregor

Independência

- Declarada

do Reino Unido

14 de abril de 1982

Fuso Horário GMT + 12
Área Total

- População (2016)
- Densidade Demográfica

99.952 km²

3.847.912 hab.
38,50 hab./km²

Moeda Libra Austral (AS£)
Código (País) ESA
TLD (Internet) .mb
Código Telefónico +697
IDH 0,939

A Escócia Austral é um país localizado a aproximadamente 530 km ao norte da Nova Zelândia, parte da Commonwealth Britânica e súdito da Coroa Britânica. As principais cidades são Quina, Knavbury, Oakland, Puerto Zapato e Vatersay. O território consiste de uma ilha principal, cuja extensão representa mais de 80% da área total do país, e de cerca de 300 ilhas menores, denominadas arquipélagos exteriores.

HistóriaEditar

AntiguidadeEditar

Acredita-se que as ruínas encontradas ao norte do país sejam resquícios de um povoado fenício do século VI a.C., embora esta seja uma teoria atualmente controvertida. Inscrições no alfabeto fenício e referências a deuses e outros aspectos da cultura daquele povo estão presentes em algumas peças encontradas na região. Entretanto, alguns autores especulam que elas sejam obra de outros povos asiáticos ou de civilizações dizimadas pelos frequentes abalos sísmicos. Pouco se sabe sobre esta colônia, seus habitantes ou sua função econômica.

Por volta dos anos 1300, povos maori ocuparam o sul da ilha, especialmente a atual área das Windmill Plains. Eles tiveram um período próspero por mais de um século até que uma forte erupção vulcânica do Mt. Acidophilus seguida de um forte terremoto provocaram uma onda de intoxicações e contaminações na ilha. A tradição oral e exames do solo indicam que os maori sofreram grandes perdas e foram obrigados a emigrar. Grupos sobreviventes habitam o extremo sul até hoje, mas estima-se que pelo menos três quartos dos habitantes saíram da Escócia Austral no início dos anos 1400.

Período colonialEditar

A primeira expedição europeia a atingir a Escócia Austral foi capitaneada pelo holandês Abel Tasman, em 1642, seguindo viagem desde a Nova Zelândia. A história austral se confunde com a neozelandesa desde então. Uma centena de anos mais tarde, foi a vez de James Cook visitar a ilha em 1770. Esse movimento deu início à ocupação de fato da nova colônia. As primeiras atividades foram a caça à baleia e a extração de fibras vegetais ao norte. O território montanhoso e pouco fértil da Escócia Austral afastou os europeus, e a etapa inicial da colonização do país foi lenta. A primeira cidade do país foi Kiln, nome dado à península mais setentrional na ilha. A ocupação dos arquipélagos exteriores levou mais 50 anos, com a fundação das cidades de Vatersay e Somerset.

Na virada do século, em 1801, houve uma tentativa de conquista espanhola no noroeste do arquipélago. Vindos da colônia das Filipinas, os espanhóis conseguiram estabelecer uma cabeça de ponte próxima ao Mt. Acidophilus e fundaram Puerto Zapato. Em 1803, eles chegaram à ilha maior e fundaram Rubacava, sendo os primeiros a explorar o deserto de El Nada. A invasão durou pouco, no entanto. Os próprios colonos expulsaram os espanhóis em 1807 com ajuda limitada do Império Britânico.

O cenário de crescimento limitado só se alterou em 1826, com a descoberta de ouro na encosta do Mt. Knavbury e, principalmente, de carvão nas Highlands austrais. A exploração das minas de carvão fez a economia da colônia crescer fortemente na metade do século XIX. A Escócia Austral se tornou importante fornecedora de combustível para a Revolução Industrial inglesa. A condição de vida dos trabalhadores nas minas era precária, mas ainda assim se verificou um incremento razoável na renda se comparado aos primeiros anos de colonização. A ocupação do território foi completa com o estabelecimento de uma economia agrária nas Windmill Plains baseada na criação de ovinos.

Século XXEditar

Em 1900, a Escócia Austral possuía um sistema bancário respeitável e um tímido parque industrial graças ao acúmulo de capital obtido em mais de meio século de economia carvoeira. Nessa época começaram a ganhar força ideias de independência. Entretanto, a economia local ainda era fortemente dependente da metrópole britânica, o que dificultaria a emancipação. Estima-se que a população local se aproximava de 1 milhão de habitantes na época.

A Nova Zelândia deixou de ser colônia do Reino Unido em 1907, mudando para a categoria de "domínio" da coroa. Os austrais não seguiram os neozelandeses, persistindo no status colonial.

A Escócia Austral teve participação ativa na Primeira Guerra Mundial, como parte do Império Britânico. Um contingente de 10.000 soldados formou a Força Expedicionária Austral enviada à Europa para combater no front ocidental. Além disso, os austrais entraram em conflito com forças alemãs no Pacífico Sul nas proximidades de Samoa Ocidental. O resultado da guerra foi o enfraquecimento de diversos impérios europeus e o aumento dos ânimos nacionalistas em várias colônias, dando um novo impulso ao movimento de independência na Escócia Austral.

O ímpeto nacionalista teve outro revés com a Grande Depressão em 1929. A ainda frágil economia austral não poderia comportar o custo de uma independência. O desemprego e a crise criaram um cenário propício para a tomada do poder local pelos trabalhistas, que conseguiram reverter parcialmente o quadro com forte investimento estatal na economia e a busca de um estado de bem-estar social, imitando as propostas keynesianas do New Deal de Roosevelt.

Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial em 1939, os austrais novamente se viram envolvidos em um conflito global, mas dessa vez o teatro de guerra chegaria até o país. A Escócia Austral estava no caminho do expansionismo japonês no Pacífico e foi alvo de investidas a partir de 1942. Em 1943, aconteceu o mais célebre episódio da guerra no país, a Batalha de Strathspey Moor. A esquadra japonesa lançou um ataque massivo sobre os arquipélagos exteriores em 25 de maio, após meses de avanço. A pequena força aérea austral se lançou em uma resposta quase suicida contra a ofensiva japonesa, resistindo por mais de doze horas até que reforços chegassem das bases dos Estados Unidos no Pacífico. Mais da metade da esquadra austral foi abatida, mas o objetivo de impedir a invasão da ilha principal foi atingido.

Outra importante participação da Escócia Austral na Segunda Guerra foi a liberação da Verstíngia em 1945. Cerca de 50.000 austrais combateram na Europa e no norte da África. Nos momentos decisivos da guerra, com a Alemanha capitulando, as tropas austrais foram encarregadas da missão de retomada da Verstíngia, estado independente ao norte da Alemanha. Em 4 de abril, as forças austrais obtiveram a rendição do exército alemão e a Verstíngia foi libertada. O episódio é comemorado nos dois países até hoje, tendo criado um forte sentimento de amizade entre austrais e verstíngios.

Após a guerra, a Escócia Austral passou oficialmente ao status de território britânico ultramarino, deixando de ser uma colônia mas permanecendo ligada ao Reino Unido. Um grande contingente de imigrantes chegou ao país, vindos de locais como a Índia e países destruídos pela guerra na Europa. A Escócia Austral ingressou em uma nova etapa de expansão industrial, especialmente no setor automobilístico, e o setor de serviços ganhou relevância definitiva com o fortalecimento dos serviços bancários e do turismo no país. Além disso, o ressurgimento do mercado japonês e a abertura americana em direção ao Pacífico contribuíram muito para o crescimento econômico. A atual capital, Quina, foi fundada em 1950, ganhando o nome da península de Kiln com uma grafia diferente para diferenciar a cidade da região.

O alinhamento político durante a Guerra Fria, como era de se esperar, foi com os EUA e as potências ocidentais, mas a Escócia Austral jamais deixou de tentar uma aproximação com os soviéticos e o bloco socialista. A recusa em apoiar a Guerra do Vietnã e o questionamento da política de contenção dos EUA tornaram o país atraente para adeptos da contracultura e intelectuais de esquerda. Por outro lado, houve momentos de suspeita por parte das potências capitalistas. Em 1982, no auge do distanciamento, austrais e britânicos chegaram a um acordo pela independência definitiva da Escócia Austral.

Os choques do petróleo na década de 70 provocaram mudanças na política interna. A direita voltou a ganhar força e, nos anos 80, as ideias neoliberais de Thatcher e Reagan foram incorporadas pelos conservadores. Não houve consenso político até os anos 90 e a economia austral passou por um período de estagnação. Só com o fim da URSS em 1991, o país obteve um novo ânimo injetado pela abertura do mercado russo e o crescimento econômico chinês.

AtualidadeEditar

Na virada do milênio, trabalhistas e conservadores se alternavam no poder. Um novo personagem ganhou notoriedade no cenário político austral: Alcazar Tapioca, antigo presidente de San Theodoros, havia obtido cidadania austral nos anos 70 e agora era um militar de alta patente no exército. Membro do Partido Conservador, ele conseguiu uma surpreendente vitória política nas eleições de 2002, sendo indicado como chanceler do parlamento. A reação da oposição foi barulhenta, já que Tapioca era um liberal extremista e desagradava até mesmo alguns setores de seu próprio partido, liderados por Maurice Maitland Gauge.

Em 2003, após denúncias de corrupção e abuso da máquina pública, os trabalhistas propuseram um voto de desconfiança ao chanceler, que havia perdido apoio de mais uma fatia dos conservadores e estava prestes a ser derrubado. Tapioca não hesitou em usar sua proeminência sobre as forças armadas e dissolveu o parlamento. Estava dado o golpe de estado. A oposição tentou apelar para a comunidade internacional, porém Tapioca contava com o apoio do governo Bush nos Estados Unidos e alegou agir em defesa da democracia austral. Uma nova eleição foi convocada e Tapioca eleito presidente, apesar das evidências de fraude.

Foram anos difíceis para a Escócia Austral. A política liberal de Tapioca era desastrosa e o estado quase quebrou. Bancos e grandes indústrias foram os principais beneficiados. Havia censura nos meios de comunicação e perseguições políticas veladas. Nem mesmo o esporte ficou de fora: clubes de futebol ligados à oposição, como Fenicia Celta e Clapton Hill Park, foram expulsos da federação local. A partir de 2006, a crise começou a arrefecer. Tapioca perdia prestígio dentro do exército. O próprio presidente se viu forçado a fazer concessões e já se preparava para entregar o cargo quando, no final de 2009, um acidente aéreo o matou na região de Strathspey Moor.

A retomada da democracia plena foi bastante comemorada no país, bem como fim da chamada "década perdida". O chanceler Maurice Maitland Gauge, opositor de Tapioca, foi eleito novo chanceler. A Escócia Austral conseguiu reverter algumas políticas fracassadas de Tapioca, mas a crise internacional se provou um grande desafio. O mandato de Gauge termina em 2014 e a oposição trabalhista parece novamente ganhar força.

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