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O basquetebol é um dos esportes mais populares na Pantécia depois do futebol. É gerenciado pela Confederação Panteciana de Basquete (COPAB).

Competições atuaisEditar

  • Campeonato Panteciano (Playoffs Interconferências)
  • Conferências (Acadêmica, Federal, Nacional)
  • Liga Panteciana de Juniores
  • Liga Panteciana de Basquete Feminino

HistóriaEditar

Estima-se que o panteciano tenha tido seu primeiro contato com o basquetebol no final dos anos 10 para o começo dos anos 20. No começo, somente curiosos praticavam; este quadro evoluiu para um amadorismo obscuro e extremamente rasteiro, e só no começo dos anos 40 o esporte começou a tomar ares profissionais, com mais praticantes e alguns campeonatos aparentemente sérios. Em 1949 foi incorporado ao quadro da FPD, mas por causa da guerra Papagaio-Smitterclandiana em 1950, não foi possível aquecer o esporte. Apenas em 1956 foi criado o primeiro campeonato nacional: a Taça Panteciana de Basketball, que tinha duas edições por ano e sempre teve seis a doze participantes.

A Taça durou doze anos; em vinte e quatro edições, Americano, Portuguesa, Sport de Mendoza e Neoatlense foram pentacampeões, eram as potências da época. Os outros quatro títulos foram conquistados por azarões: o Social Clube de Falésias, já exinto, o Boca de Prata, a Seleção do Oeste e o Nativo, também extinto.

Em 1968, a FPD criou a Liga Panteciana, que era uma competição mais longa e com mais clubes, englobando equipes amadoras e semiprofissionais. Terminou somente no ano seguinte com o título do Bonfim Maxis. Houve uma briga dos clubes grandes com a FPD, pois achavam a competição muito grande, confusa e amadora; acabou tendo sua segunda edição em 1969 mais organizada e enxuta. Foi uma edição por ano até 1978; nos onze campeonatos, a distribuição de títulos foi a seguinte: três para o Americano, dois para a Portuguesa e um para Sport de Mendoza, Neoatlense, Bonfim Maxis, Ratos de Labattes, Bolazul e Clube Catarina.

Ocorreram divergências entre os clubes, e de clubes com a FPD; a até então estável união das equipes começou a rachar. Os times que representavam instituições de ensino criaram sua própria liga, a chamada Conferência Acadêmica, que já em 1978 teve sua primeira edição. Os demais clubes acabaram dividindo-se em dois grupos, que formaram, ainda no mesmo ano, a Conferência Federal e Conferência Nacional.

As Conferências eram campeonatos sem nenhuma conexão, totalmente distintos, e a FPD não conseguiu reunificá-los; após a sua crise e extinção, foi criada a Confederação Panteciana de Basquete, a COPAB, que em 1987 promoveu a Liga Panteciana de Basquete Feminino, conseguindo congregar todos os times femininos com estrutura - o basquete feminino era limitado a torneios particulares ou beneficentes.

Em 1988 finalmente o basquete panteciano se uniu: as Conferências concordaram com a proposta da COPAB, que era a de criar uma competição rápida que definisse um único campeão nacional. Elas teriam liberdade para organizar suas competições, desde que pautadas em algumas regras, e teriam representantes nessa competição unificada, essa sim totalmente organizada pela COPAB, batizada de Campeonato Panteciano, ou Payoffs. Desde aquele ano o formato é o mesmo: duas equipes da Conferência Acadêmica e três das demais formam um torneio todo em mata-mata; em todas as fases, as equipes se enfrentam em quatro partidas, duas na casa de cada um, fazendo, se necessário, um quinto e decisivo jogo em campo neutro.

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